Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Imóvel que desabou no Engenho Novo já tinha sido vistoriado pela Defesa Civil
Rio de Janeiro
Imóvel que desabou no Engenho Novo já tinha sido vistoriado pela Defesa Civil
Ataque a tiros deixa 6 mortos em bar de Nova Iguaçu
Nova Iguaçu
Ataque a tiros deixa 6 mortos em bar de Nova Iguaçu
PRF apreende medicamentos de origem paraguaia em Nova Iguaçu
Geral
PRF apreende medicamentos de origem paraguaia em Nova Iguaçu
Rio teve mais mortes do que nascimentos em 2025
Rio de Janeiro
Rio teve mais mortes do que nascimentos em 2025
Zona Sul tem um aparelho roubado a cada meia hora
Rio de Janeiro
Zona Sul tem um aparelho roubado a cada meia hora
Morre o ex-vereador Jorge Babu, aos 60 anos, autor da Lei do feriado de São Jorge
Geral
Morre o ex-vereador Jorge Babu, aos 60 anos, autor da Lei do feriado de São Jorge
Candidato de meia-esquerda vence eleição em Portugal
Mundo
Candidato de meia-esquerda vence eleição em Portugal

Corpo encontrado com tiro no rosto não é de “Japinha do CV”, diz polícia

ovem conhecida como “Penélope” ou “Japinha do CV” não está entre as vítimas identificadas da megaoperação que deixou mais de 120 mortos na Região Metropolitana do Rio

Siga-nos no

Reprodução

A polícia confirmou nesta segunda-feira (3) que o corpo encontrado com roupa camuflada e colete tático durante a megaoperação na Região Metropolitana do Rio de Janeiro não pertence à jovem conhecida como “Penélope” ou “Japinha do CV”. A mulher, apontada como integrante do Comando Vermelho, não aparece na lista oficial de mortos divulgada pela Polícia Civil.

De acordo com áudios obtidos pela coluna Na Mira, o corpo seria de um homem ainda não identificado. As autoridades reforçaram que, entre os 115 mortos oficialmente reconhecidos, não há mulheres. O paradeiro da “Japinha do CV” permanece desconhecido.

A jovem ganhou notoriedade nas redes sociais após circular uma imagem em que ela aparecia armada e vestida com uniforme militar. Após a operação, começaram a ser compartilhadas fotos de um corpo com o rosto desfigurado, atribuídas falsamente a ela. A Polícia Civil nunca confirmou a morte, e familiares chegaram a pedir o fim da disseminação das imagens.

A megaoperação, considerada a mais letal da história do país, foi realizada para conter o avanço do Comando Vermelho e cumprir mandados de prisão nas comunidades do Alemão e da Penha. Segundo a Polícia Civil, entre os mortos identificados, 59 tinham mandados de prisão e pelo menos 97 possuíam histórico criminal. A investigação sobre as circunstâncias das mortes segue sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Capital, com acompanhamento do Ministério Público.