Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Convento de Santo Antônio acolhe população em situação de rua no Centro do Rio
Rio de Janeiro
Convento de Santo Antônio acolhe população em situação de rua no Centro do Rio
Justiça derruba liminar e libera continuidade do Rio Rotativo Digital
Rio de Janeiro
Justiça derruba liminar e libera continuidade do Rio Rotativo Digital
Quaest presidencial: Lula lidera cenários de 1º de 2º turno
Política
Quaest presidencial: Lula lidera cenários de 1º de 2º turno
Brasil notifica governo dos EUA sobre início de processo de reciprocidade contra tarifas
Brasil
Brasil notifica governo dos EUA sobre início de processo de reciprocidade contra tarifas
Prefeitura do Rio recorre contra suspensão do Rio Rotativo Digital 
Rio de Janeiro
Prefeitura do Rio recorre contra suspensão do Rio Rotativo Digital 
COR monta operação especial de trânsito para evento religioso neste sábado
Rio de Janeiro
COR monta operação especial de trânsito para evento religioso neste sábado
Louvorzão reúne grandes nomes do gospel na Quinta da Boa Vista
Entretenimento
Louvorzão reúne grandes nomes do gospel na Quinta da Boa Vista
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

CPMI do INSS pede indiciamento de mais de 200 pessoas, incluindo Lulinha e ex-ministros

O texto ainda não representa a conclusão definitiva da CPMI, já que precisará ser votado pelos integrantes da comissão

Siga-nos no

Foto: Divulgação

O relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), iniciou nesta sexta-feira (27) a leitura do relatório final das investigações. O documento propõe o indiciamento de mais de 200 pessoas, entre elas parlamentares, ex-ministros, dirigentes de órgãos públicos, empresários e operadores financeiros, além de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, filho do presidente da República.

Apesar da apresentação, o texto ainda não representa a conclusão definitiva da CPMI, já que precisará ser votado pelos integrantes da comissão, que decidirão se aprovam ou rejeitam as recomendações de indiciamento.

De acordo com o relatório, o esquema investigado envolve uma atuação articulada entre agentes públicos e privados para viabilizar fraudes relacionadas ao INSS, especialmente por meio de descontos indevidos. Entre os citados estão ex-ministros e políticos acusados de omissão, prevaricação ou favorecimento de interesses dentro da estrutura do órgão, além de parlamentares apontados como beneficiários diretos ou integrantes de núcleos de influência política.

O documento também destaca a participação de ex-dirigentes e servidores do INSS e da Dataprev, que teriam atuado como facilitadores do esquema ao flexibilizar controles, permitir falhas operacionais e garantir a continuidade das irregularidades dentro da máquina pública. Há ainda menções a empresários, advogados e operadores financeiros suspeitos de coordenar a execução das fraudes, incluindo práticas de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

Segundo o relator, a organização teria funcionado de forma estruturada, com divisão de tarefas entre núcleos político, administrativo e financeiro, contando com o apoio de entidades associativas envolvidas nas irregularidades. A investigação aponta que essas ações permitiram a expansão e manutenção do esquema ao longo do tempo, com impactos diretos sobre beneficiários do sistema previdenciário.

A votação do relatório deve definir os próximos passos da CPMI e o encaminhamento das acusações às autoridades competentes.