A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro afirmou nesta quarta-feira que ele “jamais tentou obstruir o trabalho das autoridades ou da Justiça” e que colaborou de forma transparente com as investigações relacionadas ao caso do Banco Master.
Vorcaro foi preso pela Polícia Federal, que o classificou como “profissional do crime” e apontou indícios de monitoramento de autoridades e adversários por meio de uma suposta “milícia privada”. A corporação também pediu o retorno do banqueiro à prisão.
Em nota, os advogados Pierpaolo Cruz Bottini e Roberto Podval negaram “categoricamente” as suspeitas atribuídas ao empresário e declararam confiar que o esclarecimento dos fatos demonstrará a regularidade de sua conduta.
Ao justificar a prisão, o ministro Mendonça afirmou que a liberdade dos investigados poderia comprometer as apurações e a confiança pública na Justiça. Segundo ele, haveria risco de destruição de provas e continuidade de práticas ilícitas, incluindo ocultação de patrimônio por meio de empresas de fachada.
A defesa reiterou confiança no devido processo legal e no funcionamento regular das instituições.






