Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Rádio Manchete desembarca na Cidade do Rock e inicia cobertura especial
Entretenimento
Rádio Manchete desembarca na Cidade do Rock e inicia cobertura especial
Prefeitura do Rio anuncia projeto de revitalização para a Bangu
Rio de Janeiro
Prefeitura do Rio anuncia projeto de revitalização para a Bangu
Faetec abre 12 mil vagas gratuitas em cursos técnicos no RJ
Estado
Faetec abre 12 mil vagas gratuitas em cursos técnicos no RJ
Benedita lidera disputa pelo Senado no Rio, aponta pesquisa Vetor Arrow
Política
Benedita lidera disputa pelo Senado no Rio, aponta pesquisa Vetor Arrow
Ibama autoriza Petrobras a perfurar mais três poços na Foz do Amazonas
Brasil
Ibama autoriza Petrobras a perfurar mais três poços na Foz do Amazonas
Canella lidera ranking para deputado estadual e novas mudanças aparecem na Alerj
Política
Canella lidera ranking para deputado estadual e novas mudanças aparecem na Alerj
Rio entra em Estágio 2 por causa da operação do Rock in Rio
Rio de Janeiro
Rio entra em Estágio 2 por causa da operação do Rock in Rio
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Deputados sugerem venda da Central do Brasil, rodoviária Novo Rio e Maracanã

Projeto de lei que autoriza alienação de mais de 60 imóveis públicos gera polêmica na Alerj

Siga-nos no

Reprodução

O projeto de lei que permite ao governo do estado vender mais de 60 imóveis públicos recebeu novas emendas durante a sessão desta quarta-feira (12). Deputados propuseram incluir propriedades simbólicas, como o prédio histórico da Central do Brasil, o terreno do Engenhão e a Rodoviária Novo Rio, além de terminais em Nova Iguaçu, Niterói e Nova Friburgo.

Antes da votação, o texto passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que acrescentou o Complexo do Maracanã, a Aldeia Maracanã e o 6º BPM da Tijuca. A justificativa do governo é utilizar os recursos arrecadados para reduzir a dívida do estado com a União, estimada em R$ 12,33 bilhões em 2026.

A proposta foi criticada por parlamentares da oposição, como Luiz Paulo (PSD) e Carlos Minc (PSB), que classificaram o projeto como uma “Black Friday” do patrimônio público. “É uma queima de estoque a preço de banana”, disse Minc em plenário.

Entre os defensores da medida, o deputado Alexandre Knoploch (PL) afirmou que o prédio da Central do Brasil está desocupado e em condições precárias. Segundo ele, o imóvel tem alto valor comercial e poderia gerar receita para o estado. Knoploch também criticou o prefeito Eduardo Paes, que havia sugerido transferir a sede do governo estadual para o local.

A inclusão da Aldeia Maracanã na lista de venda provocou embate entre Rodrigo Amorim (União) e Marina do MST (PT). Amorim argumentou que o espaço está abandonado, enquanto Marina contestou, afirmando que o terreno pertence à União e é destinado aos povos indígenas. O caso segue sob análise judicial e é acompanhado pelo Ministério Público e pelo TRF2.