Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Vasco joga hoje com vantagem sobre Boca Juniors e tentará chegar mais perto da final da Sul-Americana
Vasco
Vasco joga hoje com vantagem sobre Boca Juniors e tentará chegar mais perto da final da Sul-Americana
Polícia desmonta acampamento pelo direito à moradia em Lisboa e prende manifestantes
Mundo
Polícia desmonta acampamento pelo direito à moradia em Lisboa e prende manifestantes
PM faz operação na Vila Kennedy contra roubos e desmanche de veículos
Mais Quentes
PM faz operação na Vila Kennedy contra roubos e desmanche de veículos
Receita Federal notifica quase meio milhão de contribuintes que caíram na malha fina
Brasil
Receita Federal notifica quase meio milhão de contribuintes que caíram na malha fina
Equipes de transição do governo do RJ realizam primeira reunião de trabalho no Tribunal de Justiça
Estado
Equipes de transição do governo do RJ realizam primeira reunião de trabalho no Tribunal de Justiça
Real Time: Flávio tem 52% e Lula aparece com 48% dos votos válidos
Eleições 2026
Real Time: Flávio tem 52% e Lula aparece com 48% dos votos válidos
Tradicional restaurante Lamas reabre após quatro meses fechado por incêndio
Rio de Janeiro
Tradicional restaurante Lamas reabre após quatro meses fechado por incêndio
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Desfecho de julgamento sobre porte de maconha é adiado após Toffoli abrir divergência

Siga-nos no

Foto: Reprodução
O Supremo Tribunal Federal (STF) segue a um voto de reconhecer que o porte de maconha para consumo próprio não é crime. Os ministros também debatem critérios objetivos para diferenciar usuários e traficantes. O julgamento será retomado na próxima terça (02/07).
A Lei de Drogas não pune o porte com pena de prisão. Por isso, cinco ministros consideram que esse não é um delito criminal, mas um ilícito administrativo. Votaram a favor da descriminalização os ministros Gilmar Mendes, Rosa Weber, Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Alexandre de Moraes.
Até o momento, prevalece posição de que a dependência é um problema de saúde pública e que os usuários não devem ser tratados como criminosos.
A pena para os usuários deve permanecer a mesma prevista na legislação – advertência sobre os efeitos das drogas e participação em programas ou cursos educativos. Os ministros ainda vão decidir se mantém ou não a prestação de serviços comunitários.
O ministro Dias Toffoli foi o único a se manifestar nesta quinta-feira (20) e abriu uma divergência parcial. O voto foi para manter a legislação como está, com a ressalva de que, na avaliação dele, ela já não criminaliza o usuário.
Critérios para diferenciar usuários de traficantes
A segunda etapa do julgamento gira em torno da quantidade de droga que deve ser usada como parâmetro para distinguir o consumidor do traficante. As propostas apresentadas até o momento vão de 25 a 60 gramas. Uma terceira corrente no STF defende a abertura de prazo para o Congresso e o Executivo estabelecerem um limite.
Esse é um ponto central porque, na avaliação dos ministros, vai ajudar a uniformizar sentenças e a evitar abordagens preconceituosas. Estudos citados no plenário mostram que negros são condenados como traficantes com quantidades menores do que brancos. O grau de escolaridade também gera distorções nas condenações – a tolerância é maior com os mais escolarizados.
“A quantidade vem sendo utilizada, lamentavelmente, como uma forma de discriminação social”, criticou Alexandre de Moraes.