Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Assessor de Vini Jr. e Lucas Paquetá é baleado em tentativa de assalto no Rio
Rio de Janeiro
Assessor de Vini Jr. e Lucas Paquetá é baleado em tentativa de assalto no Rio
PF apreende R$ 400 mil em espécie com empresário em Campos dos Goytacazes
Noroeste Fluminense
PF apreende R$ 400 mil em espécie com empresário em Campos dos Goytacazes
Datafolha: Distância entre Lula e Flávio Bolsonaro encurta e indica empate técnico
Política
Datafolha: Distância entre Lula e Flávio Bolsonaro encurta e indica empate técnico
Procons lançam protocolo “Não é Não” em bares e casas noturnas
Brasil
Procons lançam protocolo “Não é Não” em bares e casas noturnas
Agora é lei: Concessionárias do Rio deverão ressarcir consumidores por falta de água e luz
Rio de Janeiro
Agora é lei: Concessionárias do Rio deverão ressarcir consumidores por falta de água e luz
RioLuz lança Projeto Crias da Luz para formar agentes de iluminação pública no Rio
Rio de Janeiro
RioLuz lança Projeto Crias da Luz para formar agentes de iluminação pública no Rio
Envolvidos na morte do advogado Rodrigo Crespo são condenados a 30 anos de prisão
Rio de Janeiro
Envolvidos na morte do advogado Rodrigo Crespo são condenados a 30 anos de prisão

DPU questiona decisão do STF que tornou Eduardo Bolsonaro réu

Defensoria sustenta que declarações do deputado estão protegidas pelo mandato

Siga-nos no

Reprodução

A Defensoria Pública da União (DPU) apresentou um recurso no Supremo Tribunal Federal (STF), em nome do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), contra a decisão que aceitou denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) e tornou o parlamentar réu.

No recurso, a DPU argumenta que as declarações de Eduardo Bolsonaro que embasaram a acusação foram feitas no exercício do mandato parlamentar e, por isso, estariam protegidas pela imunidade prevista na Constituição. As manifestações citadas envolvem críticas e posicionamentos políticos, incluindo a defesa de sanções dos Estados Unidos contra autoridades brasileiras.

No mês passado, a Primeira Turma do STF decidiu, por unanimidade, receber a denúncia apresentada pela PGR por coação no curso do processo, o que resultou na abertura de ação penal contra o deputado. Como Eduardo Bolsonaro não constituiu advogado, a Defensoria Pública da União assumiu sua representação judicial.

Nesta semana, a DPU apresentou embargos de declaração, tipo de recurso utilizado para apontar possíveis omissões, contradições ou obscuridades na decisão judicial. A Defensoria sustenta que os ministros não analisaram um ponto central da resposta à denúncia: a alegação de que as falas do deputado estariam amparadas pela imunidade parlamentar e pela liberdade de expressão.

Segundo o recurso, as manifestações ocorreram de forma pública, em entrevistas, redes sociais e plataformas digitais, e trataram de temas políticos e institucionais, como relações internacionais, política externa, sanções econômicas e processos judiciais de repercussão nacional.

Para a DPU, criminalizar esse tipo de posicionamento político, especialmente quando feito por um integrante do Congresso Nacional, viola princípios constitucionais como a liberdade de expressão e o pluralismo político. O pedido agora será analisado pelo Supremo Tribunal Federal.