Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Uber lança no Rio opção de viagens com motoristas mulheres
Rio de Janeiro
Uber lança no Rio opção de viagens com motoristas mulheres
TSE retoma nesta terça julgamento de Cláudio Castro
Política
TSE retoma nesta terça julgamento de Cláudio Castro
Receita divulga regras do Imposto de Renda 2026 na próxima semana
Brasil
Receita divulga regras do Imposto de Renda 2026 na próxima semana
Menor do estupro coletivo usa camisa com a frase ‘não se arrependa de nada’ e gera revolta nas redes sociais
Rio de Janeiro
Menor do estupro coletivo usa camisa com a frase ‘não se arrependa de nada’ e gera revolta nas redes sociais
Metro quadrado no Porto Maravilha teve valorização superior a 60% em cinco anos
Rio de Janeiro
Metro quadrado no Porto Maravilha teve valorização superior a 60% em cinco anos
Mutirão Dívida Zero RJ acontece entre 9 e 13 de março em 20 pontos do estado
Estado
Mutirão Dívida Zero RJ acontece entre 9 e 13 de março em 20 pontos do estado
Dado Dolabella deixa MDB poucos dias após filiação no Rio
Política
Dado Dolabella deixa MDB poucos dias após filiação no Rio

Eduardo Bolsonaro acusa Moraes de barrar direita no Senado ao virar réu no STF

Deputado afirma ser alvo de perseguição ligada a articulações nos Estados Unidos

Siga-nos no

Reprodução

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta sexta-feira (14) que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, tenta impedir que a direita conquiste maioria no Senado em 2026. A declaração ocorre após a Primeira Turma da Corte formar maioria para recebê-lo como réu sob acusação de coação. Outros ministros, como Flávio Dino e Cristiano Zanin, também votaram pelo recebimento da denúncia.

Eduardo disse ser alvo de perseguição política e afirmou que o caso distorce sanções impostas pelos Estados Unidos durante o governo Trump, que, segundo ele, não estavam sob sua responsabilidade. “Como crime de coação exige meio ilícito, e a Lei Magnitsky é legal nos EUA, não poderia ser acusado disso. Magnitsky eu não assino”, declarou em vídeo divulgado nas redes sociais.

O deputado comparou sua situação à do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado e cumprindo prisão domiciliar, classificando o processo como uma “gambiarra jurídica”. Ele disse que vê uma tentativa de torná-lo inelegível, seguindo padrão semelhante ao aplicado ao pai. “Já fizeram isso com meu pai e agora querem fazer comigo”, afirmou.

A acusação envolve Eduardo Bolsonaro e o empresário Paulo Figueiredo, que teriam articulado ações junto ao governo dos EUA para tentar interferir em processos do ex-presidente no STF. Segundo a Procuradoria-Geral da República, os atos configurariam crime de coação ao tentar favorecer interesses externos no Judiciário brasileiro.

O caso foi desmembrado: Eduardo foi intimado por edital por dificultar o andamento da ação, enquanto Figueiredo, residente nos EUA há mais de dez anos, será notificado via cooperação internacional. Nesta fase, o STF avalia se há indícios mínimos para abertura da ação penal. Com a confirmação da maioria formada nesta sexta, Eduardo se tornará réu e responderá às acusações da PGR.