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Em 1 ano, Trump coloca aliados contra a parede e deixa mundo em alerta

Segundo mandato de Trump completa um ano sob tensão global, com aliados sob pressão, conflitos ativos e ordem internacional em xeque

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reprodução

Um ano após retornar à Casa Branca, Donald Trump governa como uma força desestabilizadora, pressionando aliados, testando limites e mantendo o tabuleiro geopolítico em estado de tensão.

O segundo mandato do republicano, que completa um ano nesta terça-feira (20/1), foi marcado por tarifaços, ofensivas militares, ameaças territoriais, sanções unilaterais e tentativas de se impor como mediador de conflitos.

Desde janeiro de 2025, o republicano imprimiu ritmo acelerado de decisões e ações de alto impacto, deixando parceiros tradicionais em alerta e adversários atentos.

A lógica trumpista já é conhecida: nacionalismo, confronto e pressão máxima como instrumentos de política externa e interna.

A diferença, agora, é o alcance global dessas investidas e o grau de desgaste imposto às alianças que sustentaram a ordem internacional no pós-Guerra Fria.

Governo em modo permanente de choque
Trump iniciou amplo processo de reversão de políticas da gestão anterior. Foram dezenas de ordens executivas para desmontar regulações ambientais, políticas de diversidade, acordos comerciais e normas de controle de armas.

O objetivo declarado era “reconstruir os Estados Unidos”, mas o efeito imediato foi o aprofundamento da polarização interna e a reativação de frentes de atrito com o mundo.

No campo doméstico, universidades se tornaram alvo direto. Cortes de verbas federais atingiram instituições públicas e privadas, sob o argumento de combater a “doutrinação esquerdista”.

Trump voltou ainda a enfrentar um shutdown que se tornou o mais longo da história dos EUA, com 43 dias de paralisação das atividades federais por impasse no Congresso antes de sancionar o projeto que restabeleceu o orçamento.

A política de imigração foi intensificada, e o ICE atingiu níveis recordes de detenções internas, com milhares de imigrantes detidos, muitos sem antecedentes criminais, em operações espalhadas por todo o país.

No plano econômico, Trump ressuscitou e ampliou a agenda protecionista. Tarifas sobre aço, alumínio e produtos chineses voltaram à mesa, mas desta vez atingiram também parceiros históricos.

Em abril do ano passado, na data que ele chamou de “Dia da Libertação da América”, Trump anunciou medidas tarifárias aplicadas por ele a 117 países pelo mundo.

O Brasil acabou com uma das tarifas mais altas: 50%. Na justificativa, Trump citou o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Meses depois, o norte-americano teve um encontro com o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e avançou nas negociações para derrubada das taxas. O norte-americano, após toda a turbulência na relação, fez questão de ressaltar a “química” entre ele e o petista.

 

*Com informações do Metrópoles