Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Show de Shakira impulsiona movimento na Rodoviária do Rio no feriadão de maio
Rio de Janeiro
Show de Shakira impulsiona movimento na Rodoviária do Rio no feriadão de maio
Governo do RJ propõe limite para cargos comissionados após série de exonerações
Estado
Governo do RJ propõe limite para cargos comissionados após série de exonerações
União do Parque Acari anuncia novos carnavalescos para o desfile de 2027
Carnaval
União do Parque Acari anuncia novos carnavalescos para o desfile de 2027
Turista se fere após salto imprudente na Pedra do Telégrafo e é resgatado por helicóptero
Rio de Janeiro
Turista se fere após salto imprudente na Pedra do Telégrafo e é resgatado por helicóptero
Quintino terá esquema especial de trânsito para festa de São Jorge
Rio de Janeiro
Quintino terá esquema especial de trânsito para festa de São Jorge
Moraes esclarece que regras do Coaf não têm efeito retroativo
Brasil
Moraes esclarece que regras do Coaf não têm efeito retroativo
Parque Bondinho Pão de Açúcar recebe festival gastronômico internacional no feriadão
Rio de Janeiro
Parque Bondinho Pão de Açúcar recebe festival gastronômico internacional no feriadão

Família Gil processa padre por ataques a Preta Gil e religiões afro-brasileiras

Pedido de indenização de R$ 370 mil acusa intolerância e racismo religioso

Siga-nos no

reprodução

A família de Gilberto Gil entrou com ação na Justiça do Rio de Janeiro contra o padre Danilo César, da paróquia São José em Campina Grande (PB), após comentários feitos em homilia que ironizaram Preta Gil e religiões afro-brasileiras. A homilia, transmitida ao vivo dias após a morte da cantora em julho, descreveu orixás como “forças ocultas” e questionou seu poder, gerando acusações de intolerância religiosa.

O processo envolve Gilberto Gil, sua esposa Flora, os filhos Nara, Marília, Bela, Maria, Bem e José, e o neto Francisco, pedindo R$ 370 mil em indenização por danos morais. A ação destaca que o discurso foi amplamente compartilhado nas redes sociais, provocando uma “onda de racismo religioso e intolerância” contra a família e admiradores da cantora.

Antes de recorrer à Justiça, a família enviou notificação à Diocese de Campina Grande solicitando retratação e punição ao padre, sem resposta. O caso reacende o debate sobre discursos de ódio disfarçados de pregação e a responsabilização de líderes religiosos por incitar discriminação.

A decisão da Justiça fluminense definirá se o padre e a diocese responderão solidariamente pelos danos morais alegados.