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Flávio Bolsonaro indica que candidatura é moeda de troca e ‘tem preço’ para ser retirada

A negociação envolveria projeto de anistia aos condenados pelo STF pela trama golpista.

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (7/12) que sua pré-candidatura à Presidência da República nas Eleições de 2026 “tem um preço” e pode ser retirada caso uma contrapartida seja oferecida em troca.

“Tem uma possibilidade de eu não ir até o fim e eu tenho um preço para isso, que eu vou negociar. Eu tenho um preço, só que eu só vou falar para vocês amanhã”, afirmou Flávio.
Filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o senador participou de um culto evangélico em Brasília neste domingo. Na saída, ele indicou que a contrapartida para retirar a pré-candidatura ao Palácio do Planalto envolve a discussão de um projeto de anistia aos condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pela trama golpista, o que beneficiaria diretamente seu pai, que está preso.

“Espero que a gente paute essa semana a anistia. Espero que os presidentes da Câmara e do Senado cumpram o que eles prometeram, que pautariam a anistia, e deixem o pau cantar no voto no plenário – que é o que a gente sempre quis”, disse.
“Não é só isso não, mas está indo bem”, respondeu o senador ao ser questionado se o preço para abandonar a candidatura seria a aprovação da anistia.

Bolsonaro e outros seis réus do “núcleo crucial” da tentativa de golpe de Estado foram condenados pela Primeira Turma do STF em setembro. No último dia 25, eles começaram a cumprir pena, após o encerramento do processo.

A escolha de Flávio Bolsonaro como candidato de Jair Bolsonaro foi tornada pública pelo próprio senador, que disse que a missão havia sido dada pelo ex-presidente. Depois do anúncio, o Partido Liberal (PL) e políticos ligados ao clã declararam apoio a Flávio.

Flávio Bolsonaro também afirmou que vai se reunir com os presidentes do PL, Valdemar Costa Neto, do União Brasil e do Progressistas, Antônio Rueda e Ciro Nogueira, respectivamente, nesta segunda-feira (8) — os dois últimos partidos formam uma federação partidária.