Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Corrida Presidencial no Rio: Flávio Bolsonaro e Lula empatam em nova Pesquisa Quaest
Destaque
Corrida Presidencial no Rio: Flávio Bolsonaro e Lula empatam em nova Pesquisa Quaest
Avenida Brasil volta em 2027 e revive o subúrbio carioca na Globo
Entretenimento
Avenida Brasil volta em 2027 e revive o subúrbio carioca na Globo
STF cobra R$ 7 milhões de condenados pelo assassinato de Marielle e Anderson
Brasil
STF cobra R$ 7 milhões de condenados pelo assassinato de Marielle e Anderson
Benedita lidera corrida ao Senado no Rio com 15% das intenções de voto
Política
Benedita lidera corrida ao Senado no Rio com 15% das intenções de voto
Manchas de óleo são encontradas na Enseada de Botafogo
Rio de Janeiro
Manchas de óleo são encontradas na Enseada de Botafogo
Disputa pelo Governo do Rio: Paes, 39%; Ruas, 18%; Garotinho, 8%, aponta Quaest
Destaque
Disputa pelo Governo do Rio: Paes, 39%; Ruas, 18%; Garotinho, 8%, aponta Quaest
Alerj propõe regras para conter revenda de ouro e joias ilícitas no estado
Estado
Alerj propõe regras para conter revenda de ouro e joias ilícitas no estado
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

STF vê falta de transparência em emendas e manda investigar repasses à Fundação Oásis

Investigação pode ser enviada à Polícia Federal e busca esclarecer destino de R$ 3,6 milhões indicados por senador

Siga-nos no

Foto: Reprodução

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, apontou nesta segunda-feira (30/03) falhas na transparência e na rastreabilidade de recursos de “emendas PIX” destinados à Fundação Oásis, ligada à Igreja Batista da Lagoinha.

Diante das inconsistências, o ministro determinou a abertura de uma investigação no próprio Supremo. Dependendo dos desdobramentos, o caso poderá ser encaminhado à Polícia Federal.

A apuração envolve cerca de R$ 3,6 milhões em repasses atribuídos ao senador Carlos Viana, que já havia sido acionado, junto ao Senado, para prestar esclarecimentos sobre a destinação dos recursos. Apesar de negarem irregularidades, Dino considerou as informações apresentadas insuficientes.

O ministro também determinou a coleta de novos documentos junto ao governo federal e às prefeituras de Belo Horizonte e Capim Branco, com o objetivo de garantir a rastreabilidade do dinheiro público e verificar possíveis desvios de finalidade ou favorecimento indevido.

A decisão tem como base, entre outros elementos, um relatório da Controladoria-Geral da União que aponta indícios de irregularidades nos repasses. Dino também mencionou suspeitas de omissões durante a atuação da comissão parlamentar que investigou o caso no Congresso.

A representação foi apresentada pelos deputados Henrique Vieira e Rogério Correia, que questionam a destinação dos recursos à fundação.

A Fundação Oásis afirmou, em nota, que suas contas são públicas, auditadas e fiscalizadas, e declarou estar à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.

O caso também menciona conexões com investigações mais amplas envolvendo o chamado “Caso Master”, que apura suspeitas de fraudes financeiras ligadas a pessoas próximas à instituição religiosa.