Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Líder do PT pede à PRF que interrompa caminhada de Nikolas Ferreira na BR-040
Brasil
Líder do PT pede à PRF que interrompa caminhada de Nikolas Ferreira na BR-040
Moradores da Barra Olímpica terão correção na guia do IPTU
Rio de Janeiro
Moradores da Barra Olímpica terão correção na guia do IPTU
Rio tem áreas com risco de deslizamento equivalentes a sete Aterros do Flamengo
Rio de Janeiro
Rio tem áreas com risco de deslizamento equivalentes a sete Aterros do Flamengo
Escolas da Série Ouro cobram isonomia e protestam contra entraves no Carnaval 2026
Carnaval
Escolas da Série Ouro cobram isonomia e protestam contra entraves no Carnaval 2026
Santa Catarina extingue cotas raciais e prevê multa a universidades
Brasil
Santa Catarina extingue cotas raciais e prevê multa a universidades
Prefeito de Niterói se reúne com presidente do Uruguai e propõe ampliar papel das cidades no Mercosul
Mundo
Prefeito de Niterói se reúne com presidente do Uruguai e propõe ampliar papel das cidades no Mercosul
Arrecadação federal bate recorde e chega a R$ 2,89 trilhões em 2025
Economia
Arrecadação federal bate recorde e chega a R$ 2,89 trilhões em 2025

Funcionários são demitidos após vídeo com corpos em hospital de Cachoeiras de Macacu

Prefeitura confirma justa causa e caso pode virar investigação criminal

Siga-nos no

Reprodução

Dois funcionários terceirizados do Hospital Municipal de Cachoeiras de Macacu, na Região Serrana do Rio, foram demitidos por justa causa nesta quinta-feira (20) após a circulação de um vídeo gravado dentro da unidade. As imagens mostram um maqueiro manipulando corpos ensacados e fazendo comentários em tom de deboche.

Segundo a Prefeitura, os envolvidos — o maqueiro Vinicius e o autor da gravação, Sávio — foram desligados pela empresa gestora e não mantêm mais vínculo com o hospital. A gravação foi feita no último domingo (16) dentro da capela da unidade.

O vídeo viralizou nas redes sociais e provocou forte reação pública. Em publicações que circularam posteriormente, consta um pedido de retirada do material e uma admissão de erro por parte de um dos funcionários.

Em nota, a Prefeitura classificou a conduta como inaceitável e afirmou que a gravação e divulgação de imagens em ambiente hospitalar violam protocolos, a dignidade dos pacientes e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A administração ressaltou que não tolera comportamentos que afrontem a ética profissional.

O caso foi comunicado às autoridades competentes e pode resultar em investigação policial para apurar responsabilidades criminais. A Prefeitura disse que acompanhará os desdobramentos e as medidas adotadas pela empresa terceirizada responsável pela unidade.