Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Operação policial deixa um morto e cinco presos em Curicica
Rio de Janeiro
Operação policial deixa um morto e cinco presos em Curicica
Estação do BRT em Magalhães Bastos retoma funcionamento após incêndio
Rio de Janeiro
Estação do BRT em Magalhães Bastos retoma funcionamento após incêndio
Justiça dá ganho a Antonio Fagundes em processo por atraso de espectadores
Famosos
Justiça dá ganho a Antonio Fagundes em processo por atraso de espectadores
Vereadores de Nova Iguaçu realizam doação de sangue em homenagem a colega assassinado
Nova Iguaçu
Vereadores de Nova Iguaçu realizam doação de sangue em homenagem a colega assassinado
Ruas reage a decisão do STF com cautela e mantém expectativa por julgamento definitivo
Política
Ruas reage a decisão do STF com cautela e mantém expectativa por julgamento definitivo
Fifa descarta proposta de Trump para incluir Itália na Copa no lugar do Irã
Esportes
Fifa descarta proposta de Trump para incluir Itália na Copa no lugar do Irã
Estudante é presa no Rio por se passar por médica com CRM de profissional homônima
Rio de Janeiro
Estudante é presa no Rio por se passar por médica com CRM de profissional homônima

Fux vota pela absolvição dos réus do Núcleo 4 da trama golpista

Ministro defende que atos não configuram golpe de Estado

Siga-nos no

Reprodução

O ministro do STF, Luiz Fux, votou nesta terça-feira (21) pela absolvição dos sete réus do Núcleo 4 da trama golpista, ligada ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. O julgamento ocorre presencialmente na Primeira Turma da Corte, e o placar está 2 a 1 pela condenação, com Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin favoráveis à punição.

Os réus respondem por organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e ameaça grave. Entre os acusados estão militares da reserva do Exército e o presidente do Instituto Voto Legal, apontados pela PGR por desinformação e ataques virtuais durante as eleições de 2022.

Fux argumentou que os réus não poderiam ser acusados de golpe de Estado, pois suas ações não tinham potencial de substituir o governo. Segundo o ministro, questionamentos ao sistema eleitoral ou autoridades públicas são atípicos e não caracterizam crime contra a democracia, e turbas desordenadas não configuram núcleo penal.

O ministro defendeu ainda a humildade judicial e a necessidade de exame profundo das provas antes do julgamento. Ele rebateu críticas ao voto que absolveu Bolsonaro no Núcleo 1 e destacou que a impressão de votos eletrônicos não constitui retrocesso, mas prerrogativa do Congresso. O julgamento continua com os votos dos ministros Flávio Dino e Cármen Lúcia.