Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
TSE publica acórdão sobre Cláudio Castro e abre caminho para decisão do STF
Política
TSE publica acórdão sobre Cláudio Castro e abre caminho para decisão do STF
José Guimarães assume Secretaria de Relações Institucionais do governo Lula
Brasil
José Guimarães assume Secretaria de Relações Institucionais do governo Lula
Ataque a faca no metrô de Nova York deixa três feridos e suspeito é morto pela polícia
Mundo
Ataque a faca no metrô de Nova York deixa três feridos e suspeito é morto pela polícia
TRE-RJ realiza mutirão em shoppings da Zona Oeste para regularizar título de eleitor
Rio de Janeiro
TRE-RJ realiza mutirão em shoppings da Zona Oeste para regularizar título de eleitor
Datafolha mostra empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em cenário de 2º turno
Política
Datafolha mostra empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em cenário de 2º turno
Itaboraí promove ação de conscientização sobre autismo e reforça inclusão
Região Metropolitana
Itaboraí promove ação de conscientização sobre autismo e reforça inclusão
Senador pede convocação de chefe da PF para esclarecer morte ligada ao caso “Sicário”
Brasil
Senador pede convocação de chefe da PF para esclarecer morte ligada ao caso “Sicário”

Gilmar Mendes vota contra lei que proíbe cotas raciais em Santa Catarina

Ministro do STF reafirma constitucionalidade de ações afirmativas e julgamento segue no plenário virtual

Siga-nos no

Foto: Divulgação/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, votou nesta sexta-feira (10) pela inconstitucionalidade de uma lei de Santa Catarina que proíbe a adoção de cotas raciais em instituições de ensino financiadas com recursos públicos estaduais.

O posicionamento foi apresentado no plenário virtual da Corte, que analisa ações movidas por partidos políticos e pela Ordem dos Advogados do Brasil contra a norma sancionada pelo governador Jorginho Mello.

 

Lei limita critérios para reserva de vagas

A Lei 19.722/2026 permite a adoção de cotas apenas para pessoas com deficiência, estudantes da rede pública e candidatos em situação de vulnerabilidade econômica, excluindo critérios raciais.

As ações foram apresentadas por partidos como PSOL, Partido dos Trabalhadores e Partido Comunista do Brasil, que argumentam que a medida contraria decisões já consolidadas do STF sobre políticas afirmativas.

 

Entendimento consolidado

Em seu voto, Gilmar Mendes destacou que o Supremo já firmou entendimento favorável à adoção de ações afirmativas com base em critérios étnico-raciais.

Segundo o ministro, não há dúvidas quanto à constitucionalidade dessas políticas como instrumento de promoção da igualdade.

 

Julgamento em andamento

A análise ocorre no plenário virtual e deve ser concluída até a próxima sexta-feira (17). Ainda faltam os votos de outros nove ministros.

A decisão final poderá ter impacto nacional, influenciando políticas públicas educacionais e reforçando — ou não — a adoção de cotas raciais em instituições que recebem financiamento público.