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Governo convoca mais de 1,8 mil aprovados para vagas remanescentes do CNU

Nova chamada contempla 131 cargos em órgãos federais e mantém política de cotas e inclusão

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Foto: Agência Brasil

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos convocou, nesta terça-feira (24), 1.860 candidatos aprovados para ocupar vagas remanescentes da primeira edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU). A lista foi publicada no Diário Oficial da União.

As vagas representam cerca de 21% do total ofertado no concurso de 2024, que disponibilizou 8.573 oportunidades em diferentes órgãos federais. Nesta etapa, ficaram de fora os cargos que exigem curso de formação na Escola Nacional de Administração Pública e aqueles vinculados a agências reguladoras, que seguem cronogramas próprios.

Conhecido como o “Enem dos Concursos”, o CNU reúne oportunidades em 131 cargos distribuídos em diversas áreas, como gestão pública, planejamento governamental, políticas agrárias, produção de dados e desenvolvimento científico e tecnológico.

Entre as funções com maior número de vagas nesta convocação estão analista técnico-administrativo, analista em reforma e desenvolvimento agrário, além de cargos voltados à área de estatística e informações geográficas.

Na área de ciência e tecnologia, há oportunidades para analistas, tecnologistas e pesquisadores. Já no setor agropecuário e sanitário, destacam-se vagas para engenheiros agrônomos, agentes de inspeção e auditores fiscais.

Também há oferta de cargos voltados às políticas para povos indígenas, com vagas na Fundação Nacional dos Povos Indígenas para especialistas e técnicos em indigenismo.

Entre os órgãos com maior número de vagas remanescentes estão o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a própria Funai, o Ministério da Agricultura e Pecuária e a Advocacia-Geral da União.

O governo informou que foram mantidas as políticas de ações afirmativas nesta etapa, com reserva de vagas para pessoas negras, com deficiência e indígenas, além da ampla concorrência.

A primeira edição do CNU registrou mais de 2,1 milhões de inscritos, com provas aplicadas simultaneamente em 228 cidades de todo o país. Segundo o ministério, a iniciativa busca ampliar o acesso ao serviço público e tornar o processo seletivo mais democrático e inclusivo.