Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Alta de acidentes com veículos elétricos acende alerta após tragédia na Tijuca
Rio de Janeiro
Alta de acidentes com veículos elétricos acende alerta após tragédia na Tijuca
Inca inicia estudo para viabilizar rastreamento precoce do câncer de pulmão no SUS
Saúde
Inca inicia estudo para viabilizar rastreamento precoce do câncer de pulmão no SUS
ViaLagos deve receber mais de 127 mil veículos no feriado da Semana Santa
Costa do Sol
ViaLagos deve receber mais de 127 mil veículos no feriado da Semana Santa
Câmara do Rio aprova protocolos contra violência infantil inspirados na Lei Henry Borel
Política
Câmara do Rio aprova protocolos contra violência infantil inspirados na Lei Henry Borel
PF analisa milhares de vídeos e amplia investigação envolvendo banqueiro
Brasil
PF analisa milhares de vídeos e amplia investigação envolvendo banqueiro
Alta no querosene de aviação pressiona companhias aéreas
Brasil
Alta no querosene de aviação pressiona companhias aéreas
Servidores do Colégio Pedro II suspendem atividades em protesto
Rio de Janeiro
Servidores do Colégio Pedro II suspendem atividades em protesto

Governo Lula rejeita projeto que equipara facções a grupos terroristas

Gleisi Hoffmann afirma que proposta abre brecha para intervenção estrangeira e defende distinção entre crime organizado e terrorismo

Siga-nos no

Reprodução

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou nesta quarta-feira (5) que o governo é totalmente contra o projeto de lei que equipara facções criminosas a organizações terroristas. A proposta, defendida pela oposição, ganhou força após a operação no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho, que deixou 121 mortos.

Segundo Gleisi, a medida representa risco à soberania nacional, pois permitiria que outros países justificassem intervenções no Brasil sob o argumento de combate ao terrorismo. “Terrorismo tem objetivo político e ideológico, e a legislação internacional abre brecha para interferências externas”, afirmou.

O texto, relatado pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), foi incluído na pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Embora esteja em regime de urgência, o presidente da comissão, Paulo Azi (União Brasil-BA), manteve a análise do projeto diante das dúvidas sobre sua constitucionalidade.

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, também reforçou a posição do governo. Ele declarou que “uma coisa é terrorismo, outra são facções criminosas”, destacando que o Executivo já atua em ações integradas de segurança e inteligência, como a Operação CarbonoGleisi Hoffmann; governo Lula; facções criminosas; terrorismo Oculto.

Para a base governista, igualar as facções ao terrorismo é uma pauta populista e perigosa. O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, afirmou que a proposta é inconstitucional e representa “entreguismo da soberania nacional”, favorecendo narrativas políticas em detrimento de soluções reais de segurança pública.