Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Turismo no Rio movimenta R$ 17 bilhões e recebe 1,3 milhão de estrangeiros no primeiro semestre
Rio de Janeiro
Turismo no Rio movimenta R$ 17 bilhões e recebe 1,3 milhão de estrangeiros no primeiro semestre
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
Brasil
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Política
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Estado
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Rio de Janeiro
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
Baixada Fluminense
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
Maricá
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Governo vai processar iFood e Keeta por falta de transparência em preços

Plataformas tem 20 dias para responderem. Multas podem chegar até R$ 14 milhões.

Siga-nos no

Reprodução

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, anunciou nesta quarta-feira (27) que vai instaurar um processo administrativo contra as empresas do setor por descumprimento de normas de transparência. A medida foca na obrigatoriedade da informação detalhada aos consumidores de como os preços são calculados.

As empresas iFood e Keeta foram identificadas como infratoras da determinação atual. Ambas as plataformas terão um prazo de 20 dias para apresentar suas respectivas defesas e esclarecimentos. Caso não se adéquem à portaria vigente após o encerramento deste período, as companhias estarão sujeitas a sanções financeiras, com multas que podem atingir até R$ 14 milhões.

A medida teve início em março deste ano. Na ocasião, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, publicou uma portaria inédita. O texto estabeleceu que todas as plataformas do segmento deveriam exibir de forma clara, em cada transação realizada, um quadro-resumo detalhando a exata composição do valor cobrado do cliente final.

“O consumidor tem o direito básico de saber exatamente pelo que está pagando, seja a taxa de entrega, o valor do produto ou a tarifa de deslocamento”, sinalizou a Secretaria em notas anteriores sobre a regulamentação do setor.

No início deste mês, a Senacon já havia notificado seis empresas que operam no território nacional devido ao descumprimento generalizado da portaria. A partir daquela notificação, o governo estipulou um prazo de 30 dias para que todo o setor adaptasse suas interfaces e aplicativos às novas exigências legais.

Com o esgotamento desse prazo, a Senacon deu início a uma fiscalização rigorosa nos sistemas para monitorar a transparência de preços oferecida ao consumidor.