Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Pesquisa Meio/Ideia mostra empate técnico, dentro da margem de erro, entre Lula e Flávio Bolsonaro
Eleições 2026
Pesquisa Meio/Ideia mostra empate técnico, dentro da margem de erro, entre Lula e Flávio Bolsonaro
Novo prefeito de Japeri troca 16 dos 21 secretários após cassação de Fernanda Ontiveros
Baixada Fluminense
Novo prefeito de Japeri troca 16 dos 21 secretários após cassação de Fernanda Ontiveros
PF faz operação contra suspeita de fraude em concurso da UFRJ
Rio de Janeiro
PF faz operação contra suspeita de fraude em concurso da UFRJ
Mega acumula e prêmio poderá pagar R$200 milhões
Geral
Mega acumula e prêmio poderá pagar R$200 milhões
Vasco cai diante do Boca Juniors no Maracanã e dá adeus à Sul-Americana
Esportes
Vasco cai diante do Boca Juniors no Maracanã e dá adeus à Sul-Americana
Transporte público deve ser gratuito em todo o país no segundo turno domingo
Brasil
Transporte público deve ser gratuito em todo o país no segundo turno domingo
TSE reúne equipes e dá prazo para Meta explicar possível desigualdade entre campanhas de Lula e Flávio nas redes
Política
TSE reúne equipes e dá prazo para Meta explicar possível desigualdade entre campanhas de Lula e Flávio nas redes
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Haddad sugere proibir bets caso empresas não paguem impostos

Ministro da Fazenda afirma que governo pode agir contra casas de apostas após MP perder validade

Siga-nos no

reprodução

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo pode recorrer à proibição das bets caso as empresas não paguem os impostos devidos. A declaração ocorreu durante audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, após a MP que previa a taxação do setor perder validade.

Haddad criticou a atuação das casas de apostas e comparou os danos que elas provocam aos do cigarro e do álcool. Segundo ele, não se trata de demonizar o setor, mas de cobrar a contribuição devida. Ele destacou que, tecnologicamente, é possível agir com mais firmeza caso a resistência continue.

O ministro disse que conversará com o presidente Lula e líderes do Congresso para buscar alternativas à medida, que poderia render quase R$ 20 bilhões em 2026. O adiamento da votação do orçamento foi solicitado pelo governo justamente para ajustar a proposta diante da queda de receitas.

Parlamentares, porém, alertaram que a cobrança de impostos não pode ser a única solução, defendendo também o corte de gastos. Haddad, ainda assim, se mostrou otimista e lembrou que a frustração da MP não foi por imposição, mas resultado da votação no Congresso, o que impacta inclusive cargos indicados pelo Centrão.