Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Imóvel desaba no Engenho Novo; quatro são resgatados com vida
Rio de Janeiro
Imóvel desaba no Engenho Novo; quatro são resgatados com vida
Depois de receber ‘indireta’ do pai, Wladimir Garotinho responde com vídeo segurando bananas
Política
Depois de receber ‘indireta’ do pai, Wladimir Garotinho responde com vídeo segurando bananas
Desabamento de prédio residencial no Líbano deixa mortos e feridos
Mundo
Desabamento de prédio residencial no Líbano deixa mortos e feridos
Segurança no entorno do Sambódromo registra redução de roubos durante ensaios técnicos
Estado
Segurança no entorno do Sambódromo registra redução de roubos durante ensaios técnicos
Escola de Artes Visuais abre inscrições para bolsas integrais em cursos livres e programa de formação
Cultura
Escola de Artes Visuais abre inscrições para bolsas integrais em cursos livres e programa de formação
Terremoto de magnitude 5,5 é registrado em Cuba neste domingo
Mundo
Terremoto de magnitude 5,5 é registrado em Cuba neste domingo
Clássico em São Januário, neste domingo (8/2), terá esquema especial de trânsito
Mais Quentes
Clássico em São Januário, neste domingo (8/2), terá esquema especial de trânsito

IML libera corpos de mortos em megaoperação no Rio

Nenhum dos suspeitos identificados estava na lista da denúncia do MPRJ que serviu de base para a operação.

Siga-nos no

Reprodução

A Defensoria Pública do Rio de Janeiro (DP-RJ) informou, neste domingo (2), que os corpos dos 117 suspeitos mortos durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, na última terça-feira (28), foram todos liberados do Instituto Médico-Legal (IML), no Centro do Rio.

O número total de mortos na ação, considerada a mais letal da história do estado, é de 121, incluindo quatro policiais. Segundo a Defensoria, os últimos corpos de suspeitos a serem liberados neste domingo foram de dois homens do Pará e um de Santa Catarina. A Polícia Civil informou que a perícia em todos os corpos foi concluída na sexta-feira (31).

Na quarta-feira (29), dia seguinte à operação, o IML do Centro chegou a suspender os atendimentos de rotina para focar exclusivamente nas vítimas da megaoperação, transferindo outros casos de necrópsia para o instituto de Niterói, na Região Metropolitana. O acesso ao edifício principal chegou a ficar restrito apenas a policiais civis e promotores do Ministério Público do Rio (MPRJ), que acompanharam os exames dos mortos na ação policial.

𝗡𝗲𝗻𝗵𝘂𝗺 𝗱𝗼𝘀 𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗱𝗼𝘀 𝗲𝗿𝗮 𝗮𝗹𝘃𝗼 𝗱𝗼 𝗠𝗣

Apesar do alto número de mortos, nenhum dos 109 suspeitos identificados pelo IML até o momento estava na lista da denúncia do MPRJ que serviu de base para a operação.

A denúncia citava 69 réus e pedia a prisão preventiva de 48 deles, incluindo lideranças do Comando Vermelho (CV) como o traficante Doca, que segue foragido. Dos 69 denunciados, apenas cinco foram presos durante a ação.

𝗚𝘂𝗲𝗿𝗿𝗮 𝗱𝗲 𝗲𝘀𝗰𝗮𝗹𝗮 𝗻𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹

Os dados oficiais confirmam a presença de criminosos de todo o país na operação. Segundo o Governo do Rio, dos 117 suspeitos mortos, 54 eram de outros estados, incluindo 15 do Pará, 11 da Bahia, nove do Amazonas, sete de Goiás e quatro do Ceará.

A investigação aponta que 78 dos mortos tinham antecedentes criminais e 43 possuíam mandados de prisão em aberto.