Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Turismo no Rio movimenta R$ 17 bilhões e recebe 1,3 milhão de estrangeiros no primeiro semestre
Rio de Janeiro
Turismo no Rio movimenta R$ 17 bilhões e recebe 1,3 milhão de estrangeiros no primeiro semestre
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
Brasil
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Política
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Estado
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Rio de Janeiro
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
Baixada Fluminense
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
Maricá
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Instrutor admite erro em colisão que matou Phil Haegler em São Conrado

Piloto diz que perdeu o parapente de vista por segundos e afirma que Haegler tinha prioridade de voo

Siga-nos no

Reprodução

O instrutor de asa-delta Sergio Manoel da Silva admitiu ter cometido o erro que resultou na colisão com o parapente de Philip Haegler, em São Conrado, no último dia 20. Em depoimento ao g1, ele afirmou que o empresário, bicampeão brasileiro de voo livre, não errou em nenhum momento e tinha prioridade no tráfego aéreo.

Sergio contou que voava com um aluno e, ao se aproximar da área de pouso, olhou para baixo para soltar a perneira, procedimento padrão. Disse que perdeu Haegler de vista por cerca de três segundos e, ao levantar a cabeça, se assustou com a proximidade do parapente. Tentou uma manobra brusca, mas não conseguiu evitar a colisão.

O piloto relatou que a barra da asa-delta e seu corpo encostaram no parapente, provocando a queda de Haegler, que despencou de cerca de 45 metros e atingiu a fachada de um prédio na Avenida Prefeito Mendes de Morais. Ele afirmou estar abalado, buscar apoio psicológico e se colocou à disposição da polícia.

Segundo o Código de Aviação Desportiva, a preferência é sempre do piloto que está mais abaixo — posição ocupada por Haegler no momento do acidente. A 15ª DP apura o caso, e Sergio pode ser indiciado por homicídio culposo. Para amigos do empresário, foi uma falha técnica rápida, mas determinante.

Nesta quinta, amigos e familiares homenagearam Haegler no Gramado do Clube São Conrado de Voo Livre, que passou a se chamar Campo de Pouso Phil. Um dos nomes mais reconhecidos do voo livre no país, ele marcou gerações e era amigo de Pepê, morto em 1991. O filho de Pepê destacou a importância de Haegler em sua vida.