O governo da província de Yamanashi, no Japão, anunciou a implementação de cobranças diretas por operações de resgate aéreo envolvendo helicópteros no Monte Fuji. A medida será aplicada a alpinistas e montanhistas que realizarem subidas fora da temporada oficial de escalada e sem a devida notificação prévia às autoridades regionais.
A iniciativa faz parte de um pacote de normas elaborado pelas autoridades locais para desestimular práticas de alto risco e conter o aumento de acidentes durante os meses em que as trilhas permanecem fechadas e sem postos de apoio em funcionamento.
O plano do governo regional busca frear o turismo de aventura irresponsável e reduzir o uso de recursos públicos em operações emergenciais evitáveis. Dessa forma, os montanhistas que subirem o vulcão fora do período oficial — mantido habitualmente entre julho e setembro — e sem apresentar o plano de rota obrigatório terão de arcar integralmente com os custos caso necessitem de socorro aéreo.
A nova regra complementa outras restrições recentes adotadas na montanha mais alta do país, como o controle de fluxo de visitantes em trilhas populares e a cobrança de taxas destinadas à preservação ambiental.








