Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Corrida Presidencial no Rio: Flávio Bolsonaro e Lula empatam em nova Pesquisa Quaest
Destaque
Corrida Presidencial no Rio: Flávio Bolsonaro e Lula empatam em nova Pesquisa Quaest
Avenida Brasil volta em 2027 e revive o subúrbio carioca na Globo
Entretenimento
Avenida Brasil volta em 2027 e revive o subúrbio carioca na Globo
STF cobra R$ 7 milhões de condenados pelo assassinato de Marielle e Anderson
Brasil
STF cobra R$ 7 milhões de condenados pelo assassinato de Marielle e Anderson
Benedita lidera corrida ao Senado no Rio com 15% das intenções de voto
Política
Benedita lidera corrida ao Senado no Rio com 15% das intenções de voto
Manchas de óleo são encontradas na Enseada de Botafogo
Rio de Janeiro
Manchas de óleo são encontradas na Enseada de Botafogo
Disputa pelo Governo do Rio: Paes, 39%; Ruas, 18%; Garotinho, 8%, aponta Quaest
Destaque
Disputa pelo Governo do Rio: Paes, 39%; Ruas, 18%; Garotinho, 8%, aponta Quaest
Alerj propõe regras para conter revenda de ouro e joias ilícitas no estado
Estado
Alerj propõe regras para conter revenda de ouro e joias ilícitas no estado
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Julgamento do Faraó dos Bitcoins é adiado para fevereiro de 2027

Glaidson Acácio dos Santos será julgado no Rio por acusação de homicídio de trader de 19 anos e tentativa de homicídio contra investidor

Siga-nos no

Foto: Reprodução

O julgamento de Glaidson Acácio dos Santos, conhecido como Faraó dos Bitcoins, foi adiado e agora está marcado para 25 de fevereiro de 2027. A sessão estava prevista para esta quarta-feira (02/09) e será realizada pelo Tribunal do Júri, no Rio de Janeiro.

Glaidson responde a acusações relacionadas ao homicídio do trader Wesley Pessano, de 19 anos, e à tentativa de homicídio do investidor Nilson Alves da Silva, conhecido como Nilsinho. Segundo o Ministério Público, o empresário teria participação nos crimes.

Inicialmente, o processo seria julgado em Cabo Frio, na Região dos Lagos. Depois, o caso foi transferido para a capital fluminense e passou a tramitar no Tribunal do Júri do Rio.

O caso ganhou repercussão nacional por causa da atuação de Glaidson no mercado de criptomoedas e pelas acusações de crimes violentos. Ele está preso desde agosto de 2021, quando foi alvo da Operação Kriptos, da Polícia Federal.

 

Acusação de esquema financeiro

Além do processo pelos ataques contra Pessano e Nilsinho, Glaidson é apontado pelo Ministério Público Federal como líder de uma organização criminosa que teria operado um esquema de pirâmide financeira a partir de Cabo Frio.

A empresa ligada ao empresário, a GAS Consultoria, atraía investidores com a promessa de rendimento de 10% ao mês. Segundo as investigações, cerca de 300 mil pessoas teriam colocado dinheiro no negócio.

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal estimam que o grupo tenha movimentado pelo menos R$ 38 bilhões.