Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Justiça cancela tirolesa no Pão de Açúcar e impõe multa milionária
Rio de Janeiro
Justiça cancela tirolesa no Pão de Açúcar e impõe multa milionária
Angra dos Reis inicia testes de sirenes contra alagamentos
Angra dos Reis
Angra dos Reis inicia testes de sirenes contra alagamentos
Eleição na Alerj é adiada até conclusão de prazos do TRE-RJ
Política
Eleição na Alerj é adiada até conclusão de prazos do TRE-RJ
Alerj vai aguardar TRE-RJ para dar posse a deputado após retotalização dos votos de 2022
Política
Alerj vai aguardar TRE-RJ para dar posse a deputado após retotalização dos votos de 2022
Rio pode atrair mais de R$526 bilhões em investimentos até 2028
Destaque
Rio pode atrair mais de R$526 bilhões em investimentos até 2028
Edson Fachin abre discussão sobre fim do inquérito das fake news no Supremo Tribunal Federal
Brasil
Edson Fachin abre discussão sobre fim do inquérito das fake news no Supremo Tribunal Federal
Após tragédia na Tijuca, prefeito anuncia regras mais rígidas para bicicletas elétricas
Rio de Janeiro
Após tragédia na Tijuca, prefeito anuncia regras mais rígidas para bicicletas elétricas

Justiça autoriza argentina ré por racismo a deixar o Brasil

Advogada Agostina Páez deverá pagar caução de R$ 97 mil para retornar ao seu país.

Siga-nos no

reprodução

A Justiça do Rio de Janeiro autorizou a advogada argentina Agostina Páez, ré por injúria racial, a retirar a tornozeleira eletrônica e retornar ao seu país de origem. A decisão liminar, proferida pelo desembargador Luciano Silva Barreto, condiciona a liberação ao pagamento de uma caução de 60 salários mínimos (cerca de R$ 97 mil) como garantia para futuras multas e indenizações.

O magistrado entendeu que, com o fim da fase de coleta de provas (instrução), não há mais necessidade de manter restrições como a retenção do passaporte. O Ministério Público e a assistência de acusação concordaram com a soltura, desde que houvesse o depósito financeiro.

Páez é ré primária e manifestou arrependimento em audiência. Pelos acordos internacionais entre Brasil e Argentina, caso seja condenada, ela poderá cumprir a pena em seu país natal.

Relembre o caso:

  • O crime: Em janeiro deste ano, a advogada foi filmada imitando um macaco e chamando funcionários de um bar em Ipanema de “monos” (macaco, em espanhol) e “negros de m*rda”.
  • A denúncia: O MPRJ aponta três crimes de injúria racial cometidos contra diferentes funcionários no mesmo dia.
  • A punição financeira: A Promotoria pede uma reparação por danos morais às vítimas no valor total de R$ 190,4 mil (120 salários mínimos).

A defesa alegou que a argentina está há dois meses no Rio sem renda e sofrendo ameaças. O juiz do caso deve proferir a sentença final nos próximos dias, após a entrega das alegações finais por escrito.