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Lei homenageia tenista Maria Esther Bueno

O projeto é de autoria do presidente da Câmara, vereador Carlo Caiado

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reprodução

A cidade do Rio de Janeiro deu mais um passo para eternizar a memória de uma de suas maiores atletas. Foi sancionada a lei que dá o nome da tenista Maria Esther Bueno a um logradouro público, oficializando a homenagem aprovada anteriormente pela Câmara Municipal.

A medida foi formalizada por meio da Lei nº 9.352, assinada pelo prefeito Eduardo Cavaliere (PSD). O projeto é de autoria do presidente da Câmara, vereador Carlo Caiado (PSD), e havia sido aprovado no último dia 26 de março pelos parlamentares.

No texto enviado ao Legislativo, o prefeito comunicou a sanção da proposta, que reconhece a trajetória da ex-atleta e determina que o Poder Executivo adote as medidas necessárias para a implementação da homenagem.

Conhecida como a “Bailarina do Tênis”, Maria Esther Bueno construiu uma carreira marcada por conquistas expressivas e estilo de jogo elegante. Entre as décadas de 1950 e 1970, ela se destacou como uma das principais tenistas do mundo, acumulando 71 títulos em simples, incluindo três torneios de Wimbledon e quatro do US Open.

Além dos títulos individuais, a atleta também brilhou nas duplas, somando 12 conquistas de Grand Slam em competições femininas e mistas. Em 1959, foi reconhecida como número 1 do mundo pela Federação Internacional de Tênis, consolidando seu nome na história do esporte. Posteriormente, foi incluída no Hall da Fama do tênis.

Maria Esther Bueno morreu em 2018, mas segue como referência para gerações de atletas. Ao justificar a proposta, Carlo Caiado destacou a relevância da homenagem.

“Nada mais justo do que homenagear uma atleta que fez história no tênis e marcou uma época. Tivemos o genial Guga e agora torcemos por João Fonseca, mas Maria Esther Bueno alcançou feitos que dificilmente veremos outro tenista, homem ou mulher, igualar. Ela merece ser lembrada eternamente e essa homenagem é uma forma singela de agradecer por tudo que ela fez pelo nosso tênis e, por que não?, pelo nosso país”, afirmou.