Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Anac quer limitar responsabilização de áreas em casos de atraso e cancelamento de voos
Destaque
Anac quer limitar responsabilização de áreas em casos de atraso e cancelamento de voos
Espetáculo infantil discute saúde mental e sustentabilidade na Zona Sul do Rio
Cultura
Espetáculo infantil discute saúde mental e sustentabilidade na Zona Sul do Rio
Maracanã lidera ranking de estádios mais “intimidadores” do Brasil em 2026, diz estudo
Esportes
Maracanã lidera ranking de estádios mais “intimidadores” do Brasil em 2026, diz estudo
Pesquisa aponta que Lula lidera em todos os cenários para as eleições 2026
Política
Pesquisa aponta que Lula lidera em todos os cenários para as eleições 2026
Psol aciona STF contra ‘gratificação faroeste’ a policiais e alerta para risco de estímulo à letalidade
Política
Psol aciona STF contra ‘gratificação faroeste’ a policiais e alerta para risco de estímulo à letalidade
Ação integrada de ordenamento na Avenida Brasil retira mais de 17 toneladas de objetos acumulados
Rio de Janeiro
Ação integrada de ordenamento na Avenida Brasil retira mais de 17 toneladas de objetos acumulados
Anvisa proíbe venda de tirzepatida das marcas Synedica e TG e de retatrutida
Saúde
Anvisa proíbe venda de tirzepatida das marcas Synedica e TG e de retatrutida

Líderes mundiais reagem à captura de Nicolás Maduro após ação militar dos EUA

Prisão anunciada por Donald Trump divide governos entre celebração, condenação e pedidos de moderação

Siga-nos no

Reprodução

A confirmação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a captura de Nicolás Maduro após uma operação militar em território venezuelano provocou forte repercussão internacional neste sábado (3). Enquanto aliados históricos de Caracas classificaram a ação como ilegal e uma violação da soberania nacional, outros líderes celebraram o desfecho ou cobraram cautela diante do risco de escalada do conflito.

O presidente da Argentina, Javier Milei, comemorou publicamente a prisão de Maduro. Em publicação na rede social X, o argentino celebrou a ofensiva norte-americana e repetiu um dos principais slogans de sua campanha, afirmando que “a liberdade avança”. Em sentido oposto, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, alertou para os bombardeios em Caracas e pediu uma reação imediata de organismos internacionais, como a ONU e a OEA.

Governos aliados da Venezuela, como Cuba, Rússia e Irã, condenaram duramente a operação. Miguel Díaz-Canel classificou o ataque como criminoso e acusou os Estados Unidos de terrorismo de Estado, enquanto Moscou falou em agressão armada e defendeu soluções diplomáticas. Já o Irã pediu que o Conselho de Segurança da ONU atue para interromper o que chamou de agressão ilegal.

No Brasil, o governo Lula convocou uma reunião de emergência no Itamaraty para avaliar a situação. O presidente foi informado sobre o anúncio feito por Trump e avalia os próximos passos, enquanto o Planalto monitora os desdobramentos diplomáticos e regionais do episódio.

Na Europa, líderes pediram moderação. A União Europeia reforçou que Maduro não tem legitimidade, mas cobrou respeito ao direito internacional e à Carta da ONU. Espanha, Alemanha e Itália acompanham a situação de seus cidadãos na Venezuela, diante do agravamento da crise.