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Lula defende inteligência no combate ao crime organizado

Presidente critica megaoperação no Rio e cobra aprovação da PEC da Segurança

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Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, mais uma vez, uma mudança na política de segurança pública, afirmando que o enfrentamento ao crime organizado deve ser guiado por inteligência, investigação e coordenação entre instituições. As declarações foram feitas durante o evento que marcou as novas regras para obtenção da carteira de motorista. Lula criticou a escalada de letalidade em operações recentes, como a megaoperação no Rio que deixou 121 mortos.

Diante de autoridades, o presidente afirmou que a resposta armada não resolve o problema de forma duradoura e condenou ações de alto impacto. Ele ressaltou que investir em inteligência é o caminho para enfrentar organizações criminosas sem ampliar a violência. Lula pediu que deputados e senadores aprovem a PEC da Segurança Pública, que pretende reorganizar a atuação das forças de segurança e fortalecer ações de combate às facções.

O tema também dominou a conversa que Lula teve com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no dia 2. Segundo o presidente, ambos concordaram em ampliar a cooperação bilateral para combater o crime organizado transnacional. Lula afirmou que parte das movimentações financeiras ilícitas do crime brasileiro ocorre no território norte-americano e que a parceria pode ajudar a desarticular essas redes.

A agenda internacional incluiu ainda o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que se reuniu com o diplomata norte-americano Gabriel Escobar. O encontro tratou de possíveis acordos voltados ao combate a fluxos financeiros ilegais. A articulação ganhou força após a Operação Poço de Lobato, que investiga evasão de divisas e lavagem de dinheiro envolvendo o Grupo Refit, com suspeita de uso do estado de Delaware para ocultação de recursos.

Ao reforçar críticas a operações de alto impacto, Lula busca sinalizar que o governo pretende priorizar métodos investigativos e articulação institucional. A defesa da PEC da Segurança e o avanço de parcerias internacionais se inserem nessa estratégia, que tenta reposicionar a política nacional de enfrentamento ao crime com foco em inteligência e redução de irregularidades.