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Mãe de Oruam e sobrinho de Marcinho VP estão foragidos

Ambos são alvo da Operação Contenção Red Legacy que mira estrutura nacional do CV

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Reprodução

A Operação Contenção Red Legacy, deflagrada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro nesta quarta-feira (11/3) contra a estrutura nacional do Comando Vermelho (CV), também teve como alvos familiares de um dos principais líderes da facção, Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP.

Segundo os investigadores da Delegacia de Combate ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD), Márcia Gama, esposa de Marcinho VP e mãe do rapper Oruam, e Landerson, sobrinho do traficante, são apontados como elo de comunicação entre a prisão e as ruas.

Os dois não foram encontrados nos endereços ligados a eles durante o cumprimento dos mandados judiciais e são considerados foragidos da Justiça.

De acordo com a investigação, Márcia Gama atuaria como intermediária dos interesses do Comando Vermelho fora do sistema prisional, mantendo contato com integrantes da organização e facilitando a circulação de informações entre líderes presos e operadores que atuam nas comunidades dominadas pela facção.

A polícia aponta que esse tipo de atuação é comum em organizações criminosas estruturadas, permitindo que lideranças encarceradas mantenham influência sobre decisões estratégicas e operações nas ruas.

Já Landerson, sobrinho de Marcinho VP, teria papel de articulação dentro da estrutura criminosa.

Segundo os investigadores, ele seria responsável por fazer a ponte entre integrantes da cúpula da facção, traficantes que atuam nas comunidades e pessoas ligadas a atividades econômicas exploradas pelo grupo, como serviços, imóveis e outros negócios utilizados para gerar recursos e ampliar o poder da organização.

A investigação aponta que a participação de familiares no funcionamento da organização reforça a estrutura hierárquica e o modelo de governança interna do Comando Vermelho, mesmo com suas principais lideranças presas há décadas.
Segundo os investigadores, ele seria responsável por fazer a ponte entre integrantes da cúpula da facção, traficantes que atuam nas comunidades e pessoas ligadas a atividades econômicas exploradas pelo grupo, como serviços, imóveis e outros negócios utilizados para gerar recursos e ampliar o poder da organização.