Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Defesa Civil mantém interdição em galpão atingido por incêndio em Ramos
Rio de Janeiro
Defesa Civil mantém interdição em galpão atingido por incêndio em Ramos
Agência afirma que novo líder supremo do Irã foi ferido no conflito
Mundo
Agência afirma que novo líder supremo do Irã foi ferido no conflito
PUC-Rio recebe edição do Sebo Solidário CELPI com venda beneficente de livros
Cultura
PUC-Rio recebe edição do Sebo Solidário CELPI com venda beneficente de livros
Vereador é preso em operação contra lavagem de dinheiro do tráfico
Rio de Janeiro
Vereador é preso em operação contra lavagem de dinheiro do tráfico
PF deflagra Operação Anomalia III no Rio de Janeiro e Região Metropolitana
Estado
PF deflagra Operação Anomalia III no Rio de Janeiro e Região Metropolitana
Câmara e Senado aprovam medidas contra violência doméstica e proteção às mulheres
Brasil
Câmara e Senado aprovam medidas contra violência doméstica e proteção às mulheres
Estátua que retrata Trump e Epstein abraçados é instalada em Washington e viraliza
Mundo
Estátua que retrata Trump e Epstein abraçados é instalada em Washington e viraliza

Maracanã tem novo espaço para atender mulheres vítimas de violência

Siga-nos no

Foto: Reprodução

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro inaugurou nesta quinta-feira (4/07), no estádio do Maracanã, a Sala de Acolhimento para mulheres vítimas de violência. Situada na área do Juizado do Torcedor e Grandes Eventos, a sala é um espaço com estrutura e pessoas preparadas e treinadas para receber as vítimas de algum tipo de violência.

A cerimônia de inauguração foi realizada momentos antes do início da partida entre Fluminense e Internacional, pelo Campeonato Brasileiro.

Para o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo, o ideal seria que não fosse preciso inaugurar sala de acolhimento em defesa das vítimas de violência. “Devo dizer que esse não é um momento que posso classificar como feliz. Gostaria que não fosse necessário inaugurar salas como essa. Que não houvesse violência. Por isso, entendo que esse é um momento que temos para refletir sobre isso. Será que teremos, sempre, que ter uma sala que ampare as mulheres e as pessoas que sofrem violência?”, questionou.

Na avaliação do magistrado, essa reflexão tem que ser de todos. “Já passou a hora para refletirmos sobre esse momento. Convoco toda a sociedade a pensar mais sobre essas questões. As mulheres podem ter certeza de que terão de nós todo o amparo. Não somente aqui nessa sala que inauguramos, mas em todo o estado do Rio de Janeiro”, avaliou.

O coordenador da Comissão Judiciária de Articulação dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais em Eventos Esportivos, desembargador Agostinho de Almeida Filho, considerou o novo espaço essencial para atender a uma demanda que o Juizado já tinha identificado. “Nossa experiência no Juizado nos levou a concluir sobre a necessidade e importância da criação desse espaço”, explicou.