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Mercado imobiliário teme efeitos da Selic em 15% ao ano

Juros altos podem frear lançamentos, reduzir empregos e dificultar acesso à casa própria

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Especialistas do setor imobiliário e da construção civil demonstram preocupação com a manutenção da Selic em 15% ao ano, anunciada pelo Copom. A taxa elevada compromete financiamentos e tende a reduzir lançamentos e investimentos.

A Abrainc aponta que, nos últimos cinco anos, a alta dos juros retirou cerca de 800 mil famílias do mercado de crédito para imóveis de R$ 500 mil. Cada ponto percentual a mais elimina, em média, 160 mil famílias elegíveis.

A CBIC destaca que o prolongamento da Selic eleva o custo do crédito de longo prazo, tornando muitos projetos inviáveis. A previsão de crescimento do setor em 2025 caiu de 2,3% para 1,3% devido à taxa elevada.

Além de dificultar novos lançamentos, os juros impactam programas habitacionais e obras de infraestrutura, segundo Aloísio Mendes Filho, do Seconci-Rio. O custo maior de capital de giro afeta toda a cadeia produtiva da construção.

Mesmo diante dos desafios, o setor mantém resiliência. A liquidez em imóveis compactos e de alto padrão segue forte, e a expectativa é de que quedas futuras na Selic, previstas para 2026, estimulem novos investimentos e valorização dos ativos.