Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Explosão em prédio deixa quatro feridos e interdita rua em Copacabana
Rio de Janeiro
Explosão em prédio deixa quatro feridos e interdita rua em Copacabana
Operação nacional recupera mais de 6 mil celulares roubados em 23 estados
Brasil
Operação nacional recupera mais de 6 mil celulares roubados em 23 estados
Greve no Detran-RJ muda atendimento e afeta serviços em todo o estado
Estado
Greve no Detran-RJ muda atendimento e afeta serviços em todo o estado
Sul Fluminense ganha Batalhão de Ações com Cães da PM para reforçar segurança em 20 cidades
Sul Fluminense
Sul Fluminense ganha Batalhão de Ações com Cães da PM para reforçar segurança em 20 cidades
Rio de Janeiro deve registrar crescimento de 6,3% na oferta de voos em 2026
Estado
Rio de Janeiro deve registrar crescimento de 6,3% na oferta de voos em 2026
STF pode voltar a discutir diploma obrigatório para jornalistas, diz Gilmar Mendes
Brasil
STF pode voltar a discutir diploma obrigatório para jornalistas, diz Gilmar Mendes
STF forma maioria para aplicar medidas protetivas da Lei Maria da Penha
Brasil
STF forma maioria para aplicar medidas protetivas da Lei Maria da Penha
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Mick Jagger, um dos expoentes do rock mundial, completa 80 anos

Siga-nos no

Foto: Michael Hickey - Getty Images

Ele chega hoje aos 80 anos de idade em plena atividade e, a despeito de tudo, como uma das mais bem-acabadas encarnações não somente do estilo musical como de sua filosofia. “O tempo não espera por ninguém — exceto Mick Jagger!”, brincam os artigos sobre o cantor. E, diga-se de passagem, o rock deve muito a esse cara!

Mick, o aniversariante do dia, despontou para o estrelato numa época em que seus colegas do “The Who” cantavam “espero morrer antes de ficar velho” (“My generation”) e o lema (atribuído ao ator James Dean, de “Juventude transviada”) era “viva rápido, morra cedo e deixe um cadáver bonito”. O rock era, então, a promessa (póstuma) da eterna juventude, inacessível aos que apresentam os primeiros sinais do declínio físico. Jagger chegou para mudar essa escrita. Chegou à oitava década de vida condenado, por muitas vezes, ao mesmo fim que alguns de seus contemporâneos da música, como Jimmy Hendrix, Tina Turner, Chuck Berry ou Jerry Lee Lewis.

Sem dúvida, a longevidade artística do cantor se deve à reconhecida habilidade de Sir Michael Philip Jagger em gerenciar a sua própria marca. Incursões no cinema e uma carreira solo se provaram fiascos ou, no máximo, distrações. Mick Jagger é, para todos os efeitos, o cantor dos Rolling Stones, a grande máquina do rock que sobreviveu ao progressivo, ao punk, ao synthpop, ao rap, ao grunge e às boy bands, sempre se reinventando, até fora dos palcos.

Ao entendimento dessa verdade, porém, o astro não chegou sozinho: foi preciso que a intervenção quase sempre turbulenta da sua nêmesis, sua cara-metade nos Stones, o guitarrista Keith Richards, para que ele fosse reconduzido à trajetória com a banda. Depois de míticos anos 1960 e problemáticos 1970, os Stones entraram pelos 1980 como uma espécie de lenda viva que adaptou sua experiência de rock puro para os estádios, atingindo plateias (e cifras) cada vez maiores.

Com Keith Richards (que completa 80 anos em 18 de dezembro), ele prepara o lançamento de um álbum de inéditas do grupo (o primeiro desde “A bigger bang”, de 2005), com as participações do beatle Paul McCartney e do ex-baixista dos Stones, Bill Wyman, de 86 anos – um disco que deve levá-los aos palcos, onde, desde 1980, já arrecadaram a cifra de US$ 2,1 bilhões.

Mas, por enquanto, o certo é a festa de aniversário, para a qual o cantor alugou o Chelsea Physic Garden, um jardim botânico em Londres, onde recebe hoje à noite seus mais de 300 convidados, entre os quais a noiva Melanie Hamrick (coreógrafa, de 36 anos de idade), Keith Richards, Ronnie Wood (o outro guitarrista sobrevivente dos Stones) e Bill Wyman. E, claro, não tem hora para acabar.