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Ministério Público abre inquérito para apurar falhas no serviço da Real Auto Ônibus

A Promotoria oficiou a Real Auto Ônibus e o Consórcio Intersul para que apresentem documentos sobre a manutenção preventiva e corretiva da frota.

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reprodução

O Ministério Público do Rio (MPRJ) instaurou um inquérito civil para apurar possíveis irregularidades na operação da Real Auto Ônibus Ltda., responsável por linhas de transporte coletivo na capital fluminense. A investigação analisa denúncias de veículos em más condições, falhas mecânicas e problemas estruturais que afetam a segurança e o conforto dos passageiros.

Segundo o MP, há relatos de ar-condicionado inoperante, janelas travadas, infiltrações, presença de insetos e quebras durante o trajeto. O procedimento também avalia impactos operacionais, como intervalos irregulares, superlotação, atrasos e redução da frota em circulação.

A Promotoria oficiou a Real Auto Ônibus e o Consórcio Intersul de Transportes para que apresentem documentos sobre a manutenção preventiva e corretiva da frota.

A Secretaria Municipal de Transportes também foi acionada para reforçar a fiscalização nas linhas da empresa e informar a existência de reclamações administrativas, autos de infração e penalidades, além do quantitativo atual de veículos em operação.

Com base nas respostas e nas vistorias, o Ministério Público poderá adotar novas medidas.

A instauração do inquérito ocorre em meio a uma crise operacional e trabalhista enfrentada pela concessionária. Nos últimos meses, passageiros relataram interrupções no serviço, redução da frota e ônibus retidos na garagem por falta de combustível.

Essa instabilidade voltou a afetar a operação nesta quinta-feira (15), quando funcionários da Real Auto Ônibus e da Transportes Vila Isabel fizeram uma manifestação em frente às garagens para cobrar benefícios em atraso. Pelo menos seis linhas deixaram de circular, enquanto outras operaram com frota parcial.

Segundo o Sindicato dos Rodoviários, há atrasos no pagamento de férias, 13º salário e vale-alimentação, além da falta de recolhimento de FGTS e INSS. A Prefeitura do Rio informou que os repasses de subsídios às empresas estão em dia e que acompanha a situação.

Na segunda-feira (12), antes do protesto, apenas 57 ônibus das duas empresas estavam em circulação, número inferior ao total estimado de veículos. À época, a Real afirmou que o problema estava relacionado ao abastecimento de combustível e que a situação havia sido regularizada.