O Ministério Público do Chile pediu uma pena de 22 anos de prisão para o ex-jogador Jorge Valdivia, que teve passagem de destaque pelo Palmeiras e pela seleção chilena. A acusação envolve dois casos de violência sexual, registrados em outubro de 2024. A Promotoria solicita 12 anos de prisão por estupro e outros 10 anos por abuso sexual.
O primeiro caso foi denunciado por uma tatuadora, que afirmou ter perdido a consciência após um encontro com o ex-atleta em um restaurante, no dia 20 de outubro de 2024. Segundo o relato, ela só percebeu posteriormente que havia mantido relações sexuais com Valdivia. A defesa do ex-jogador sustenta que o contato foi consensual.
O segundo episódio envolve uma denúncia apresentada por outra mulher. Ela relatou que o suposto abuso aconteceu no dia 18 de outubro, em um restaurante na cidade de Vitacura, no Chile.
Valdivia chegou a ficar em prisão preventiva em duas ocasiões, entre outubro e novembro de 2024. A investigação durou cerca de dois anos e foi concluída com a apresentação da acusação formal pelo Ministério Público.
Entre as testemunhas indicadas pela Promotoria está a ex-deputada Maite Orsini, que mantinha um relacionamento com o ex-jogador na época dos fatos. Segundo a acusação, os dois trocaram mensagens durante o período em que Valdivia estava com uma das denunciantes.
Aos 42 anos, Jorge Valdivia é conhecido pela passagem pelo Palmeiras, onde conquistou um Campeonato Paulista e duas Copas do Brasil. Ele também defendeu a seleção chilena.








