Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Morre Janie Bradford, compositora de ‘Money’, primeiro hit da clássica gravadora Motown
Famosos
Morre Janie Bradford, compositora de ‘Money’, primeiro hit da clássica gravadora Motown
Prefeitura anuncia Plano de Mobilidade de Santa Cruz terá 70 km de intervenções e novos ônibus
Destaque
Prefeitura anuncia Plano de Mobilidade de Santa Cruz terá 70 km de intervenções e novos ônibus
Aposta única de SC leva prêmio acumulado da Mega-Sena
Geral
Aposta única de SC leva prêmio acumulado da Mega-Sena
Bispos defendem soberania, criticam ‘conservadorismo autoritário’ e pedem voto consciente
Brasil
Bispos defendem soberania, criticam ‘conservadorismo autoritário’ e pedem voto consciente
Rio aplica mais de 68 mil doses de imunizantes durante Dia D da Vacinação
Rio de Janeiro
Rio aplica mais de 68 mil doses de imunizantes durante Dia D da Vacinação
Marinha emite alerta de ressaca no mar na orla do Rio
Mais Quentes
Marinha emite alerta de ressaca no mar na orla do Rio
Pix apresenta instabilidade e falhas em pagamentos e transferências neste domingo
Mais Quentes
Pix apresenta instabilidade e falhas em pagamentos e transferências neste domingo
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Ministério Público tenta barrar leis do Rio que liberam “puxadinhos” e ampliações irregulares

MPRJ questiona normas da Mais-Valia e Mais-Valerá e aponta riscos urbanísticos, ambientais e falta de debate público

Siga-nos no

Foto: Divulgação

O Ministério Público do Rio de Janeiro entrou na Justiça para tentar suspender duas leis da Prefeitura do Rio que flexibilizam regras para regularização e ampliação de imóveis na cidade, incluindo os chamados “puxadinhos”.

A ação foi apresentada nesta quinta-feira (21/05) pelo procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, e questiona a constitucionalidade das leis da Mais-Valia e do Mais-Valerá, aprovadas pela Câmara Municipal.

Segundo o MPRJ, as normas alteram pontos importantes do Plano Diretor sem estudos técnicos adequados e sem participação popular suficiente. O órgão afirma que as mudanças ampliam o potencial construtivo e flexibilizam regras de ocupação do solo em diferentes regiões da capital.

Entre os pontos contestados estão a regularização de obras irregulares mediante pagamento de taxas, aumento da área construída permitida e flexibilização para empreendimentos como hotéis, hospitais e centros comerciais.

O Ministério Público também alerta para possíveis impactos urbanos e ambientais, como aumento de alagamentos, sobrecarga da infraestrutura, impermeabilização do solo e formação de ilhas de calor.

Na ação, o órgão pede a suspensão imediata das leis até o julgamento definitivo do caso pela Justiça.