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Moraes mantém medidas cautelares para denunciados por vazamento ao CV

A prisão preventiva do desembargador Macário Ramos Júdice Neto também foi mantida

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reprodução

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, manteve nesta segunda-feira (16/03) a prisão preventiva do desembargador Macário Ramos Júdice Neto, denunciado pela PGR como responsável por repassar informações sigilosas sobre operações policiais contra o Comando Vermelho.

O ministro também determinou a notificação de outros quatro denunciados pela Procuradoria-Geral da República por suposta obstrução de investigação relacionada ao vazamento de informações sigilosas para a facção, entre eles o ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar e Thiego Raimundo de Oliveira Santos, o TH Joias.

Os denunciados são:

Rodrigo Bacellar, deputado estadual do Rio de Janeiro
Thiego Raimundo de Oliveira Santos, ex-deputado conhecido como TH Joias
Macário Ramos Júdice Neto, desembargador federal
Jéssica de Oliveira Santos
Thárcio Nascimento Salgado

Moraes também manteve medidas cautelares impostas a alguns dos denunciados e determinou que o presidente da Alerj seja comunicados da denúncia para eventual apuração disciplinar de Bacellar.

A decisão estabelece prazo de 15 dias para apresentação de defesa prévia antes de o tribunal decidir se aceita ou não a denúncia. Caso a acusação seja recebida, os investigados passam à condição de réus.

Segundo a denúncia, ele teria violado o sigilo funcional ao compartilhar dados sobre ações da polícia que estavam em preparação. As informações teriam sido usadas para alertar alvos de investigações, o que teria comprometido operações policiais.

A investigação cita, entre outros episódios, a Operação Zargun, deflagrada em 2025 e que tinha como alvo o ex-deputado TH Joias.

A denúncia
A decisão de Moraes ocorre após a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciar ao Supremo Tribunal Federal (STF) o deputado estadual Rodrigo Bacellar (União Brasil), o ex-deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, o desembargador Macário Ramos Júdice Neto e outras duas pessoas por obstrução de investigação relacionada ao vazamento de informações sigilosas para o Comando Vermelho.