O presidente da Comissão de Defesa e Proteção dos Animais da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), deputado estadual Marcelo Dino (União Brasil), esteve nesta segunda-feira (05) com o delegado André Prates, titular da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), para obter informações sobre o homem acusado de matar um cachorro no município de Magé, na Baixada Fluminense, no fim de semana.
Segundo o parlamentar, o suspeito já foi identificado como Leandro Francisco Tuler e está foragido. O caso segue sob investigação da Polícia Civil. Após conversar com o delegado responsável pela DPMA, Dino informou que as medidas cabíveis já foram adotadas pelas autoridades policiais e que a comissão da Alerj acompanha o andamento do caso.
O deputado também declarou que pretende manter contato permanente com os órgãos responsáveis para acompanhar as investigações. O crime chamou a atenção de parlamentares e moradores da região pela violência do ocorrido e pela repercussão nas redes sociais.
Entenda o caso
O crime ocorreu na noite de sábado (3), quando um homem matou a tiros um cachorro enquanto o animal tentava proteger seu tutor. De acordo com o relato do dono do cão, após os disparos que mataram o animal, o suspeito ainda teria tentado atingi-lo, efetuando tiros em sua direção. Apesar da situação, ninguém ficou ferido.
Testemunhas afirmaram que a confusão começou quando o cachorro, chamado Luke, latiu no momento em que o suspeito passava de motocicleta pela rua. Incomodado, o homem teria ameaçado o tutor, que estava acompanhado de um amigo. Em seguida, ele teria ido até sua casa, retornado armado e iniciado uma agressão.
Investigação em andamento
Luke, um cachorro de três anos, foi atingido por pelo menos quatro tiros e morreu ainda no local. O animal foi enterrado no domingo (4) e, segundo moradores, era conhecido por ser dócil e brincar com vizinhos.
O caso também é investigado pela 65ª DP (Magé). A Polícia Civil apura o crime de maus-tratos a animal, com agravante de morte, e também verifica se o suspeito possui porte ou posse legal da arma utilizada. Imagens que circulam nas redes sociais devem auxiliar na localização do acusado, que segue sendo procurado.






