Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Queda de energia afeta circulação de todos os ramais de trem no Rio
Rio de Janeiro
Queda de energia afeta circulação de todos os ramais de trem no Rio
Virginia Fonseca deixa posto de rainha de bateria da Grande Rio
Carnaval
Virginia Fonseca deixa posto de rainha de bateria da Grande Rio
Barcas adiam restrição a patinetes e ciclomotores após confusão nas estações
Estado
Barcas adiam restrição a patinetes e ciclomotores após confusão nas estações
Assaí abre cerca de 340 vagas de emprego em cidades do Rio de Janeiro
Empregos
Assaí abre cerca de 340 vagas de emprego em cidades do Rio de Janeiro
Fachin defende sigilo de fonte e anuncia análise de decisão de Moraes pelo plenário do STF
Brasil
Fachin defende sigilo de fonte e anuncia análise de decisão de Moraes pelo plenário do STF
TV Globinho está de volta em edição especial do Criança Esperança
Entretenimento
TV Globinho está de volta em edição especial do Criança Esperança
TRE-RJ inicia plantão especial para as Eleições 2026
Política
TRE-RJ inicia plantão especial para as Eleições 2026
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Motta adia votação do “PL do terrorismo” e busca evitar polarização na Câmara

Líderes afirmam que governo teme brechas para sanções e intervenções estrangeiras

Siga-nos no

Reprodução

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), adiou pela segunda vez a votação do projeto que classifica facções criminosas como organizações terroristas. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (5) e cancelou as sessões das comissões, incluindo a da CCJ.

A medida ocorre após pedido do líder do governo, José Guimarães (PT-CE), que teme repercussões internacionais caso o texto avance. O Planalto avalia que a proposta pode abrir margem para intervenções estrangeiras e sanções econômicas semelhantes às já aplicadas em países da América Latina.

Motta tem dito a aliados que quer evitar que o tema da segurança pública, considerado prioridade na Casa, se torne um foco de polarização política. Ele pretende discutir com diferentes bancadas um formato de tramitação que preserve o equilíbrio entre governo e oposição.

A presidência da Câmara ainda não definiu quem será o relator do texto no plenário, mas interlocutores defendem que o nome seja de centro para evitar confrontos ideológicos. O secretário paulista Guilherme Derrite (PL-SP) é cotado para reassumir o mandato e assumir a relatoria.

Enquanto isso, o governo aposta no avanço do projeto antifacções, apresentado na semana passada. A proposta endurece penas contra o crime organizado e amplia ferramentas de investigação, e deve tramitar em paralelo ao PL do terrorismo.