Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Turismo no Rio movimenta R$ 17 bilhões e recebe 1,3 milhão de estrangeiros no primeiro semestre
Rio de Janeiro
Turismo no Rio movimenta R$ 17 bilhões e recebe 1,3 milhão de estrangeiros no primeiro semestre
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
Brasil
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Política
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Estado
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Rio de Janeiro
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
Baixada Fluminense
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
Maricá
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

MP Eleitoral dá parecer contra Joa Barbaglio, de Três Rios, em novo recurso

Siga-nos no

Foto: Reprodução

Ministério Público Eleitoral (MPE) deu parecer contrário ao prefeito de Três Rios, Joa Barbaglio (Republicanos), no recurso especial eleitoral apresentado pelo candidato a reeleição no Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE). Ele foi o mais votado em 6 de outubro, mas não é considerado reeleito porque teve o registro indeferido pela corte.

Na última sexta-feira (1º), a procuradora regional Eleitoral, Neide Cardoso de Oliveira, afirmou que, na data em que foi realizado o primeiro turno, Joa não reunia as condições para afastar sua inelegibilidade. Desse modo, se manifestou pelo desprovimento do recurso.

“Assim, é de se reconhecer que a legislação eleitoral vigente estabeleceu um marco temporal para fins de aferição das circunstâncias supervenientes que afastem a inelegibilidade, qual seja, a data do primeiro turno da eleição, que, no corrente ano, ocorreu em 6 de outubro de 2024”, escreveu a procuradora.

Após o dia da votação, houve uma decisão sustando os efeitos de acórdão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) que provocou a inelegibilidade de Joa. Todavia, no entendimento da relatora do caso, desembargadora Kátia Junqueira, a data da votação é o marco temporal para que um candidato apresente as condições de elegibilidade, o que não seria o caso do prefeito em 6 de outubro.

O MPE e a coligação do adversário de Joa, Vinícius Farah (União), pediram a impugnação alegando que o prefeito está inelegível porque teve as contas do exercício de 2013 da Câmara Municipal rejeitadas, quando era presidente e ordenador de despesas. Joa foi o mais votado, com 60,99% dos votos válidos, ante 31,29% do segundo colocado, Farah.

Se o TRE rejeitar o recurso, Joa ainda tem a possibilidade de ir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Caso julgamento dos recursos não ocorra em definitivo ainda em 2024, o TRE explica que quem tomará posse será o presidente da Câmara de Vereadores. Se a decisão final for pelo indeferimento, uma nova eleição suplementar precisa ser realizada.