O Ministério Público de São Paulo pediu à Justiça a manutenção da prisão preventiva de Deolane Bezerra. A influenciadora, presa desde 21 de maio, completa nesta sexta-feira (21) 92 dias de prisão e, pelo andar da carruagem, a liberdade ainda não aparece no horizonte.
Deolane é investigada sob suspeita de integrar o núcleo financeiro de um esquema ligado ao PCC, com atuação na ocultação e dissimulação de valores por meio de contas e empresas. A defesa nega qualquer envolvimento da advogada com a facção.
No pedido, o Ministério Público sustenta que existe risco de continuidade das supostas atividades criminosas caso ela seja colocada em liberdade. Caberá à Justiça decidir se Deolane permanece presa ou se poderá responder ao processo em liberdade.
A situação está bem distante da rotina de luxo que ajudou a transformar a advogada em fenômeno nas redes sociais. Carrões, joias, viagens e festas deram lugar a audiências, recursos e pedidos de liberdade.
Depois de três meses de manchetes, uma coisa parece clara: o processo de Deolane ainda pode ter muitos capítulos pela frente, mas o Ministério Público, pelo menos por enquanto, não parece disposto a escrever a palavra “liberdade”.








