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MPF é acionado após liquidação do Banco Master expor risco ao Rioprevidência

Fundo tinha R$ 2,6 bilhões aplicados no conglomerado

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Reprodução

O deputado Flávio Serafini acionou o Ministério Público Federal para investigar o risco aos aposentados e pensionistas do Rioprevidência após a liquidação do Banco Master pelo Banco Central. Segundo o TCE-RJ, o fundo tinha R$ 2,618 bilhões aplicados no conglomerado até julho, mais de um quarto de todos os investimentos.

Com a liquidação, parte desses recursos pode enfrentar dificuldade de recuperação. A representação afirma que a direção do Rioprevidência ignorou alertas públicos sobre risco de crédito e concentração, mantendo posições mesmo quando grandes bancos reduziram a exposição ao Master.

O documento também aponta que o fundo se tornou único cotista de investimentos caros e de baixo desempenho, alguns rendendo abaixo do CDI e da poupança. Há ainda aplicações em fundos sem histórico e irregularidades na forma de uso dos recursos, como extrapolação de limites e falhas de transparência.

Serafini pede investigação de possível gestão temerária do diretor-presidente Deivis Marcon Antunes e do ex-diretor de Investimentos Euchério Lerner Rodrigues. Ele solicita quebra de sigilos, auditoria independente, bloqueio de bens, afastamento de gestores e rastreamento dos fluxos ligados ao Master.

A representação lembra que o TCE já havia proibido novas aplicações no conglomerado e sugeriu ao governo avaliar intervenção na gestão do fundo. O tribunal citou fragilidade nas decisões e falta de respostas adequadas aos órgãos de controle.