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MPRJ investiga Rioprevidência por aporte de R$ 100 milhões fora de instituições credenciadas

Órgão cobra explicações após investimentos feitos mesmo com alerta prévio sobre riscos envolvendo o caso Banco Master

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Foto: Reprodução

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro abriu nova investigação sobre o Rioprevidência após a aplicação de mais de R$ 100 milhões em instituições não credenciadas. Os aportes ocorreram no fim de dezembro de 2025, mesmo após recomendações de cautela emitidas pelo próprio órgão.

Segundo o MPRJ, os recursos foram direcionados a fundos como Linea, R CAP Soberano e R CAP Alocação, que não estavam habilitados para receber investimentos do fundo previdenciário estadual. À época, o Rioprevidência já era alvo de apurações por aplicações de alto risco no Banco Master.

Dias antes desses novos investimentos, o Ministério Público havia orientado a autarquia a adotar medidas para proteger o patrimônio dos servidores, especialmente após a liquidação extrajudicial do banco, onde já haviam sido aplicados cerca de R$ 970 milhões.

Diante disso, o MPRJ deu prazo de cinco dias para que o Rioprevidência apresente documentos como estudos técnicos, atas de reuniões e relatórios administrativos que justifiquem as decisões.

A investigação também inclui pedidos de esclarecimento sobre operações de crédito consignado vinculadas ao Credcesta, instituição relacionada ao Banco Master. O objetivo é verificar possíveis riscos adicionais aos beneficiários. Caso sejam identificadas irregularidades, o Ministério Público recomenda a suspensão imediata dessas operações.

Paralelamente, a Polícia Federal investiga aplicações feitas pelo fundo em títulos considerados de alto risco, sem cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e com indícios de falhas nos critérios de segurança.

Em nota, o Rioprevidência afirmou que os R$ 100 milhões investigados pertencem à taxa de administração e não aos recursos destinados ao pagamento de aposentadorias e pensões. Segundo o órgão, os valores foram aplicados em ativos de renda fixa, com perfil conservador, e não se misturam aos fundos previdenciários dos cerca de 235 mil beneficiários. A autarquia também declarou que segue atendendo às recomendações dos órgãos de controle e mantém compromisso com o pagamento regular dos benefícios.