O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro se manifestou contra a apreensão imediata do adolescente investigado no caso de estupro coletivo de uma jovem de 17 anos, ocorrido em 31 de janeiro, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.
O promotor Carlos Marcelo Messenberg, da 1ª Promotoria da Infância e da Juventude Infracional da capital, pediu que o adolescente responda por ato infracional análogo ao crime, mas não solicitou a internação provisória. Segundo o órgão, o pedido de medida urgente feito pela polícia durante o plantão judiciário não deveria ser analisado nesse regime, e sim pelo juízo natural responsável pelo processo.
Até a última atualização, não havia mandado de apreensão expedido contra o adolescente. O caso tramita sob segredo de Justiça.
Já os quatro maiores de idade denunciados foram presos e se tornaram réus. Vitor Hugo Simonin, de 18 anos, se apresentou na 12ª DP (Copacabana). Bruno Felipe dos Santos Allegretti, também de 18, se entregou na 54ª DP (Belford Roxo). Mattheus Verissimo Zoel Martins, 19, e João Gabriel Xavier Bertho, 19, já haviam se apresentado anteriormente.
Os quatro respondem por estupro. Dois deles foram encaminhados à cadeia pública de Benfica, onde aguardam o andamento do processo judicial.






