Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
CPI do Crime Organizado adia análise de pedidos que citam familiares de ministros do STF
Brasil
CPI do Crime Organizado adia análise de pedidos que citam familiares de ministros do STF
Feira de São Cristóvão terá Carnaval com forró, blocos e programação gratuita
Rio de Janeiro
Feira de São Cristóvão terá Carnaval com forró, blocos e programação gratuita
Alerj aprova projeto que define regras da eleição indireta ao governo do estado
Destaque
Alerj aprova projeto que define regras da eleição indireta ao governo do estado
Primeiro eclipse solar do ano acontece no dia 17 e forma o “anel de fogo”
Geral
Primeiro eclipse solar do ano acontece no dia 17 e forma o “anel de fogo”
Latam demite piloto preso sob suspeita de exploração sexual de menores
Brasil
Latam demite piloto preso sob suspeita de exploração sexual de menores
Carnaval altera trânsito no Rio com suspensão de faixas reversíveis
Rio de Janeiro
Carnaval altera trânsito no Rio com suspensão de faixas reversíveis
Pedido de vista de Fux suspende julgamento sobre inelegibilidade de Washington Reis no STF
Política
Pedido de vista de Fux suspende julgamento sobre inelegibilidade de Washington Reis no STF

Mudanças na CCJ da Alerj marcam início da discussão sobre eleição indireta no Rio

Deputados Chico Machado e Vinicius Cozzolino deixam a Comissão

Siga-nos no

reprodução

O deputado estadual Chico Machado (Solidariedade) não é mais membro titular da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A saída foi oficializada em edição extra do Diário Oficial publicada na noite desta terça-feira (11).

No lugar de Chico Machado, a Mesa Diretora designou a deputada Sarah Poncio, também do Solidariedade, que até então ocupava a suplência da comissão. Com a mudança, a vaga de suplente deixada por Sarah passa a ser ocupada por Felipinho Ravis, do mesmo partido.

A saída de Chico Machado da CCJ já era dada como certa nos bastidores. O desfecho ocorreu após o deputado se posicionar publicamente a favor do voto secreto na eleição indireta que a Alerj deverá realizar após a renúncia do governador Cláudio Castro, prevista para abril.

Mais cedo, Machado discursou no plenário para justificar sua posição e confirmou que sua saída da comissão já estava sendo desenhada. A CCJ é responsável por analisar a constitucionalidade das propostas em tramitação e terá papel central na definição das regras da eleição indireta, cuja discussão começa a partir desta quarta-feira (11).

Chico Machado, no entanto, não foi o único a deixar o colegiado. A Mesa Diretora também substituiu o deputado Vinicius Cozzolino pelo deputado Marcelo Dino, ambos do União Brasil

Cozzolino entrou em atrito com a base governista no fim do ano passado, quando não compareceu à reunião da comissão que aprovou o parecer favorável ao relaxamento da prisão de Rodrigo Bacellar. Ele também não esteve presente na votação em plenário que confirmou a aprovação do projeto de resolução.

Na ocasião, a saída do parlamentar chegou a ser cogitada, mas Cozzolino se articulou junto ao presidente em exercício da Casa, Guilherme Delaroli (PL), e conseguiu permanecer no cargo. Marcelo Dino, inclusive, chegou a anunciar a substituição em suas redes sociais, mas apagou a publicação após a reviravolta.

O clima voltou a se agravar durante a sessão plenária desta terça-feira (10), quando Cozzolino trocou acusações com o deputado Alexandre Knoploch (PL). O líder do governo, Rodrigo Amorim (União Brasil), precisou intervir para defender o Executivo. O episódio foi apontado como o fator decisivo para a substituição agora oficializada.

Análise do projeto de eleição indireta

A CCJ começa a analisar hoje o projeto que define as regras para a eleição indireta de governador. A votação deverá ocorrer quando Cláudio Castro deixar o cargo, em abril, para disputar uma vaga no Senado.

O texto é de autoria do deputado Luiz Paulo e já passou por análise do Tribunal de Justiça do Rio, que sugeriu mudanças para reduzir o risco de questionamentos judiciais. Entre os principais ajustes está a substituição do voto secreto pelo voto aberto na eleição indireta.

O projeto também proíbe propaganda paga na internet, nas redes sociais, no rádio, na televisão e em outdoors. A proposta ainda prevê regras mínimas para registro das candidaturas e estabelece que não haverá convenções partidárias. Caberá às executivas dos partidos indicar os candidatos, ponto que tem gerado resistência e pode parar na Justiça.