Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Uber lança no Rio opção de viagens com motoristas mulheres
Rio de Janeiro
Uber lança no Rio opção de viagens com motoristas mulheres
TSE retoma nesta terça julgamento de Cláudio Castro
Política
TSE retoma nesta terça julgamento de Cláudio Castro
Receita divulga regras do Imposto de Renda 2026 na próxima semana
Brasil
Receita divulga regras do Imposto de Renda 2026 na próxima semana
Menor do estupro coletivo usa camisa com a frase ‘não se arrependa de nada’ e gera revolta nas redes sociais
Rio de Janeiro
Menor do estupro coletivo usa camisa com a frase ‘não se arrependa de nada’ e gera revolta nas redes sociais
Metro quadrado no Porto Maravilha teve valorização superior a 60% em cinco anos
Rio de Janeiro
Metro quadrado no Porto Maravilha teve valorização superior a 60% em cinco anos
Mutirão Dívida Zero RJ acontece entre 9 e 13 de março em 20 pontos do estado
Estado
Mutirão Dívida Zero RJ acontece entre 9 e 13 de março em 20 pontos do estado
Dado Dolabella deixa MDB poucos dias após filiação no Rio
Política
Dado Dolabella deixa MDB poucos dias após filiação no Rio

Mudanças na CCJ da Alerj marcam início da discussão sobre eleição indireta no Rio

Deputados Chico Machado e Vinicius Cozzolino deixam a Comissão

Siga-nos no

reprodução

O deputado estadual Chico Machado (Solidariedade) não é mais membro titular da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A saída foi oficializada em edição extra do Diário Oficial publicada na noite desta terça-feira (11).

No lugar de Chico Machado, a Mesa Diretora designou a deputada Sarah Poncio, também do Solidariedade, que até então ocupava a suplência da comissão. Com a mudança, a vaga de suplente deixada por Sarah passa a ser ocupada por Felipinho Ravis, do mesmo partido.

A saída de Chico Machado da CCJ já era dada como certa nos bastidores. O desfecho ocorreu após o deputado se posicionar publicamente a favor do voto secreto na eleição indireta que a Alerj deverá realizar após a renúncia do governador Cláudio Castro, prevista para abril.

Mais cedo, Machado discursou no plenário para justificar sua posição e confirmou que sua saída da comissão já estava sendo desenhada. A CCJ é responsável por analisar a constitucionalidade das propostas em tramitação e terá papel central na definição das regras da eleição indireta, cuja discussão começa a partir desta quarta-feira (11).

Chico Machado, no entanto, não foi o único a deixar o colegiado. A Mesa Diretora também substituiu o deputado Vinicius Cozzolino pelo deputado Marcelo Dino, ambos do União Brasil

Cozzolino entrou em atrito com a base governista no fim do ano passado, quando não compareceu à reunião da comissão que aprovou o parecer favorável ao relaxamento da prisão de Rodrigo Bacellar. Ele também não esteve presente na votação em plenário que confirmou a aprovação do projeto de resolução.

Na ocasião, a saída do parlamentar chegou a ser cogitada, mas Cozzolino se articulou junto ao presidente em exercício da Casa, Guilherme Delaroli (PL), e conseguiu permanecer no cargo. Marcelo Dino, inclusive, chegou a anunciar a substituição em suas redes sociais, mas apagou a publicação após a reviravolta.

O clima voltou a se agravar durante a sessão plenária desta terça-feira (10), quando Cozzolino trocou acusações com o deputado Alexandre Knoploch (PL). O líder do governo, Rodrigo Amorim (União Brasil), precisou intervir para defender o Executivo. O episódio foi apontado como o fator decisivo para a substituição agora oficializada.

Análise do projeto de eleição indireta

A CCJ começa a analisar hoje o projeto que define as regras para a eleição indireta de governador. A votação deverá ocorrer quando Cláudio Castro deixar o cargo, em abril, para disputar uma vaga no Senado.

O texto é de autoria do deputado Luiz Paulo e já passou por análise do Tribunal de Justiça do Rio, que sugeriu mudanças para reduzir o risco de questionamentos judiciais. Entre os principais ajustes está a substituição do voto secreto pelo voto aberto na eleição indireta.

O projeto também proíbe propaganda paga na internet, nas redes sociais, no rádio, na televisão e em outdoors. A proposta ainda prevê regras mínimas para registro das candidaturas e estabelece que não haverá convenções partidárias. Caberá às executivas dos partidos indicar os candidatos, ponto que tem gerado resistência e pode parar na Justiça.