A missão Artemis II divulgou novas imagens impressionantes da Lua registradas a partir da cápsula Orion. As fotografias mostram a aproximação da tripulação ao satélite natural da Terra, incluindo áreas que não podem ser observadas diretamente do planeta.
Os registros revelam uma visão privilegiada do lado oculto da Lua — região que nunca é visível da Terra devido à rotação sincronizada do satélite. As imagens também evidenciam diferenças marcantes entre as duas faces lunares, um dos aspectos mais estudados pela ciência espacial.

Diferenças entre os lados visível e oculto
Em uma das imagens divulgadas, é possível observar claramente a divisão entre as duas regiões. À direita, aparece o lado visível, caracterizado pelas manchas escuras formadas por antigos fluxos de lava solidificada, conhecidas como “mares lunares”.
Já à esquerda, surge o lado oculto, com aparência mais clara e fortemente marcada por crateras. Essa diferença geológica intriga cientistas há décadas e está relacionada à história de formação e resfriamento da Lua.
Cratera gigante chama atenção nas imagens
Entre os destaques das fotografias está a bacia de Orientale, uma gigantesca cratera com cerca de 1.000 quilômetros de diâmetro. A estrutura se estende entre o lado visível e o oculto, e agora pode ser observada em sua totalidade graças ao novo ângulo captado pela missão.






