Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Rio inaugura centro em Irajá com atendimento especializado para autismo e reabilitação
Rio de Janeiro
Rio inaugura centro em Irajá com atendimento especializado para autismo e reabilitação
Trump anuncia envio de agentes de imigração para reforçar segurança em aeroportos
Mundo
Trump anuncia envio de agentes de imigração para reforçar segurança em aeroportos
No primeiro dia de gestão, Cavaliere anuncia novo sistema de transporte para a Zona Oeste
Destaque
No primeiro dia de gestão, Cavaliere anuncia novo sistema de transporte para a Zona Oeste
Corpo de Juca de Oliveira é sepultado em São Paulo neste domingo
Famosos
Corpo de Juca de Oliveira é sepultado em São Paulo neste domingo
Lula critica intervenções de potências e defende soberania na América Latina
Política
Lula critica intervenções de potências e defende soberania na América Latina
Chuvas reduzem seca no Brasil em fevereiro, aponta monitor
Brasil
Chuvas reduzem seca no Brasil em fevereiro, aponta monitor
Seis suspeitos de agredir capivara na Ilha são levados para unidade prisional
Rio de Janeiro
Seis suspeitos de agredir capivara na Ilha são levados para unidade prisional

Nasa irá lançar satélite para analisar ‘sinais vitais’ da Terra

Siga-nos no

Foto: Joel Kowsky/NASA

A Agência Espacial Norte-Americana (NASA), vai lança nesta terça-feira (06) um satélite revolucionário que permitirá analisar os “sinais vitais” da Terra e ter melhor compreensão da saúde do planeta, especialmente os oceanos e a atmosfera. O satélite Pace (Plankton, Aerosols, Clouds and Ocean Ecosystems), que estará a bordo de um foguete SpaceX Falcon 9, será lançado de Cabo Canaveral, no centro da Flórida.

Segundo explicou a oceanógrafa da Nasa Violeta Sanjuan à agência Efe, o satélite será colocado numa órbita mais distante que a Estação Espacial Internacional (ISS), a cerca de 677 quilômetros da Terra. A cientista espanhola destacou que se trata de um satélite revolucionário porque irá fornecer detalhes do oceano, especialmente das microalgas (fitoplâncton), que nunca tinham sido alcançados antes.

Ainda de acordo com Violeta, o fitoplâncton representa apenas 1% da massa vegetal total do planeta (incluindo terrestre), mas mesmo assim “gera aqueles 50% a 60% do oxigênio” que estão disponíveis no planeta.

“É altamente eficiente na captura de dióxido de carbono e na liberação de oxigênio, muito mais que as plantas terrestres”, enfatizou a cientista.

Esta é uma missão única, pois além de analisar detalhadamente o fitoplâncton, o faz do ponto de vista de sua interação com aerossóis e substâncias suspensas no ar.