Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Turismo no Rio movimenta R$ 17 bilhões e recebe 1,3 milhão de estrangeiros no primeiro semestre
Rio de Janeiro
Turismo no Rio movimenta R$ 17 bilhões e recebe 1,3 milhão de estrangeiros no primeiro semestre
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
Brasil
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Política
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Estado
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Rio de Janeiro
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
Baixada Fluminense
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
Maricá
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Nova delação aponta que Bolsonaro recebeu pedras preciosas “não cadastradas”

Siga-nos no

Imagem: Reprodução

Em uma mensagem de e-mail, Cleiton Henrique Holzschuk, ex-ajudante de ordens da Presidência, solicitou a seus colegas ajudantes de ordens que entregassem em mãos ao tenente-coronel Mauro Cid as pedras preciosas que foram presenteadas ao então presidente Jair Bolsonaro durante um comício de campanha em Teófilo Otoni (MG) no dia 26 de outubro de 2022. Holzschuk informou que as pedras não deveriam ser catalogadas no acervo oficial de presentes recebidos pelo presidente.

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) mencionou essa mensagem durante uma sessão da CPI dos Atos Golpistas. Ela afirmou que as pedras não constam nos registros oficiais de presentes recebidos por Bolsonaro durante seu governo, o que levanta suspeitas sobre o seu destino e a falta de transparência na sua gestão.

A orientação para que as pedras preciosas não fossem cadastradas no acervo oficial e fossem entregues diretamente ao tenente-coronel Cid também suscitou preocupações sobre o cumprimento das regras estabelecidas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) a respeito do acervo privado do presidente, que deve incluir apenas itens de “natureza personalíssima” ou de “consumo direto”.

A situação levou o PCdoB a solicitar investigações sobre a origem e o paradeiro das pedras preciosas, uma vez que Bolsonaro estava na presidência durante o período em que os e-mails foram trocados. Também foi solicitada a quebra dos sigilos bancário, fiscal e de mensagens da ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro, bem como seu depoimento perante a CPI dos Atos Golpistas. Essas medidas visam esclarecer a questão e aprofundar as investigações sobre o caso.