Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Rádio Manchete desembarca na Cidade do Rock e inicia cobertura especial
Entretenimento
Rádio Manchete desembarca na Cidade do Rock e inicia cobertura especial
Prefeitura do Rio anuncia projeto de revitalização para a Bangu
Rio de Janeiro
Prefeitura do Rio anuncia projeto de revitalização para a Bangu
Faetec abre 12 mil vagas gratuitas em cursos técnicos no RJ
Estado
Faetec abre 12 mil vagas gratuitas em cursos técnicos no RJ
Benedita lidera disputa pelo Senado no Rio, aponta pesquisa Vetor Arrow
Política
Benedita lidera disputa pelo Senado no Rio, aponta pesquisa Vetor Arrow
Ibama autoriza Petrobras a perfurar mais três poços na Foz do Amazonas
Brasil
Ibama autoriza Petrobras a perfurar mais três poços na Foz do Amazonas
Canella lidera ranking para deputado estadual e novas mudanças aparecem na Alerj
Política
Canella lidera ranking para deputado estadual e novas mudanças aparecem na Alerj
Rio entra em Estágio 2 por causa da operação do Rock in Rio
Rio de Janeiro
Rio entra em Estágio 2 por causa da operação do Rock in Rio
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Nova regra do governo limita preço de medicamentos no Brasil

Resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos estabelece novos critérios para lançamento de produtos

Siga-nos no

reprodução

O governo federal publicou nesta quinta-feira (28) uma nova regulamentação que altera os critérios para definição de preços de medicamentos lançados no mercado brasileiro. As mudanças foram aprovadas pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão responsável por estabelecer os valores máximos praticados pela indústria farmacêutica no país.

A medida atinge principalmente empresas que pretendem lançar novos remédios ou novas versões de medicamentos já existentes. Segundo o governo, o objetivo é tornar mais rigoroso o processo de precificação, ampliar a exigência de comprovação de benefícios terapêuticos e reforçar o controle sobre os preços cobrados dos consumidores.

Uma das principais mudanças estabelece que medicamentos avaliados com base em referências internacionais não poderão ser vendidos no Brasil por valores superiores ao menor preço praticado entre os países utilizados como parâmetro pela CMED.

A resolução também endurece os critérios para enquadramento de medicamentos como inovação incremental. Alterações consideradas simples, como mudanças de embalagem, nome comercial ou modificações sem ganho terapêutico relevante, deixarão de ser reconhecidas automaticamente como inovação.

Além disso, empresas que solicitarem preços diferenciados deverão apresentar

comprovação técnica e científica dos benefícios alegados, como aumento de eficácia, redução de efeitos adversos, maior segurança ao paciente ou redução de custos para os sistemas de saúde.

Outra novidade é a possibilidade de discussão prévia entre fabricantes e a CMED antes da formalização do pedido de definição de preço. O mecanismo busca aumentar a previsibilidade regulatória e reduzir dúvidas durante a análise dos processos.

A regulamentação também reforça a fiscalização sobre os preços praticados no mercado. Empresas que comercializarem medicamentos acima dos valores autorizados poderão sofrer sanções previstas na legislação.

As novas regras já estão em vigor e passam a valer imediatamente para os processos submetidos à análise da CMED.