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Novo teto de aposentadorias e pensões do INSS é de R$ 8.475,55

Reajuste dos pagamentos acima do salário mínimo é de 3,90%. Portaria foi publicada nesta segunda-feira

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Foto: Reprodução

O INSS tem, atualmente, 12,2 milhões de beneficiários que recebem acima do salário mínimo. Eles terão reajuste de 3,9% nos pagamentos, conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), divulgado na sexta-feira. E o teto dos benefícios passa a ser de R$ 8.475,55 (antes era de R$ 8.157,41).

Os novos valores foram oficializados pela Portaria Interministerial MPS/MF nº 13, assinada nesta sexta-feira (9). E publicados no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda (12).

O reajuste vale desde 1º de janeiro de 2026. De acordo com o calendário de pagamento do INSS, esses segurados começam a receber o valor corrigido a partir do dia 3 de fevereiro.

Atualmente são pagos mais de 12,2 milhões de benefícios com valor superior ao piso nacional que a partir deste ano, passa a ser de R$ 1.621,00. De acordo com o calendário de pagamento do INSS, esses segurados começam a receber o valor corrigido a partir do dia 3 de fevereiro.

Contribuição
As faixas de contribuição ao INSS dos trabalhadores empregados, domésticos e trabalhadores avulsos também foram atualizadas. As alíquotas serão:

de 7,5% para aqueles que ganham até R$ 1.621,00;
de 9% para quem ganha entre R$ 1.621,01 até R$ 2.902,84;
de 12% para os que ganham entre R$ 2.902,85 até R$ 4.354,27; e
de 14% para quem ganha de R$ 4.354,28 até R$ 8.475,55.
Essas alíquotas, relativas aos salários de janeiro, deverão ser recolhidas apenas em fevereiro, uma vez que, em janeiro, os segurados pagam a contribuição referente ao mês anterior.

O valor mínimo dos benefícios do INSS (aposentadoria, auxílio-doença, pensão por morte) e das aposentadorias dos aeronautas, será de R$ 1.621. O piso é igual ao salário mínimo nacional vigente. Esse também é o valor do Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (BPC /LOAS), destinado a idosos e a pessoas com deficiência em situação de extrema pobreza e da renda mensal vitalícia.