Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Quaest aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula na véspera do segundo turno
Destaque
Quaest aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula na véspera do segundo turno
Brasileiros residentes no exterior já começam a votar no segundo turno
Mundo
Brasileiros residentes no exterior já começam a votar no segundo turno
Nexus/BTG: Flávio tem 50,5% de votos válidos no 2º turno; Lula, 49,5%
Eleições 2026
Nexus/BTG: Flávio tem 50,5% de votos válidos no 2º turno; Lula, 49,5%
Governo monitora crimes eleitorais, desinformação e violência política no 2º turno
Eleições 2026
Governo monitora crimes eleitorais, desinformação e violência política no 2º turno
Cedae faz nova manutenção no Guandu e afeta abastecimento na Zona Oeste
Rio de Janeiro
Cedae faz nova manutenção no Guandu e afeta abastecimento na Zona Oeste
Lula discursa para multidão na Paulista; Flávio reúne legião na Barra da Tijuca em últimos atos de campanha
Destaque
Lula discursa para multidão na Paulista; Flávio reúne legião na Barra da Tijuca em últimos atos de campanha
Lula arrasta multidão em Copacabana; Flávio participa de ato em Belo Horizonte, MG
Destaque
Lula arrasta multidão em Copacabana; Flávio participa de ato em Belo Horizonte, MG
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Operação da PF prende hacker da Lava Jato e faz buscas em endereços de Carla Zambelli

Siga-nos no

Imagem: Reprodução

Nesta quarta-feira (2), a Polícia Federal prendeu o hacker Walter Delgatti Neto, conhecido por ser o responsável pela “Vaza Jato”, ao invadir telefones de autoridades envolvidas com a operação Lava Jato. A PF também cumpriu mandados de busca e apreensão contra a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), tanto em seu apartamento quanto em seu gabinete. A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Oficialmente, a Polícia Federal informou que foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão (três no Distrito Federal e dois em São Paulo) e um mandado de prisão preventiva.

A ação teve como objetivo obter mais informações sobre a inserção de alvarás de soltura e mandados de prisão falsos no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões. Os documentos forjados incluíam um mandado de prisão falso contra o ministro do STF Alexandre de Moraes, contendo a frase “faz o L”, um slogan da campanha eleitoral de Luiz Inácio Lula da Silva.

A operação foi denominada “3FA”, em referência à “autenticação de dois fatores (2FA)”, que é um método de segurança que exige duas formas de identificação para acessar recursos e dados. O nome faz alusão ao fato de que os mandados falsos foram inseridos nos bancos de dados do Judiciário Federal após uma invasão dos sistemas, utilizando credenciais falsas obtidas de forma ilícita.

Esta é a terceira vez que Walter Delgatti é preso, sendo a primeira durante a Operação Spoofing em julho de 2019, que desarticulou uma organização criminosa que praticava crimes cibernéticos, onde o grupo acessou contas do Telegram usadas por autoridades. Em setembro de 2020, o hacker passou a responder pela invasão em liberdade, porém em junho deste ano, foi preso novamente por descumprir medidas judiciais.

Há preocupações no entorno do ex-presidente Jair Bolsonaro em relação a Delgatti, temendo um possível acordo de delação premiada. O hacker já revelou ter sido levado por Carla Zambelli para um encontro com Bolsonaro no Palácio da Alvorada em agosto de 2022, onde o núcleo bolsonarista buscava detalhes sobre o sistema de urnas eletrônicas. Agora, o hacker está sob investigação pela invasão dos sistemas do CNJ para inclusão de um falso mandado de prisão contra si mesmo, expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE.

*Em apuração