O ministro indica que há uma atenção especial do governo com um potencial movimento de imigração em massa de venezuelanos, sobrecarregando os serviços públicos do lado de cá da fronteira.
“Desde o início das operações militares no entorno do país vizinho, preparamos a nossa agência do SUS, a Força Nacional do SUS e nossas equipes de Saúde Indígena para reduzirmos, ao máximo, os impactos do conflito na saúde e no SUS brasileiro. Que venha a PAZ! Enquanto isso, cuidaremos de quem precisar ser cuidado, em solo brasileiro”, afirmou Padilha, em postagem nas redes sociais.
“O Ministério da Saúde e o SUS de Roraima já absorvem impactos da situação da Venezuela”, acrescentou Padilha. “Os investimentos ficaram ainda maiores depois que os EUA suspenderam financiamentos que apoiavam a Operação Acolhida”, disse, referindo-se à operação de atendimento humanitário aos refugiados venezuelanos em Roraima.
Vídeos mostram fortes explosões que ocorreram na capital venezuelana, Caracas, por volta das 02h00 locais e que fizeram, inclusive, tremer as janelas em muitos bairros. Além disso, outros estrondos foram registrados em outras áreas do país.
As detonações continuaram na capital por cerca de uma hora, ao mesmo tempo em que se ouvia o que parecia ser o sobrevoo de aeronaves. Várias regiões do país estão sem eletricidade em decorrência dos ataques. Ainda não se tem um balanço das vítimas da ocorrência.






